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MensagemEnviado: 08 out 2016, 17:31 
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Boa tarde!

Esta semana, para comemorar a décima edição do "TheSharkAttack", proponho esquecermos um pouco os dois grandes temas da atualidade do ciclismo (transferências e campeonatos do mundo). Por isso, levá-los-ei numa viagem até a uma nação calma e pequena, no meio das grandes montanhas dos Pirenéus, que tem servido de base de treinos para muitos ciclistas profissionais nos últimos anos. Estou a falar do Principado de Andorra.

História de Andorra

A data da independência de Andorra é muitas vezes alvo de discussão por parte dos historiadores. A versão oficial reconhece que o principado ganhou a sua independência durante a Reconquista Cristã, quando uma revolta contra um conde catalão que recebera o território como recompensa, mais ou menos da mesma forma que D. Henrique recebeu o Condado Portucalense, aconteceu. Desde ai, tem vindo a desenvolver-se lentamente e foi no século XX, após a construção de estradas, hotéis e de outras infraestruturas dedicadas ao esqui, que Andorra tornou-se um dos principais destinos turísticos e comerciais do sul da Europa, sendo favorecida pelas baixíssimas taxas sobre produtos de consumo existentes.

Subidas

A dureza das subidas também faz o espetáculo no ciclismo e por isso proponho falarmos um pouco delas. As principais em Andorra são:

Arcalis (10.1 Km a 7.2%): A subida favorita do Tour de France em Andorra, visto que foi utilizada três vezes por esta prova. Também utilizada pela Vuelta a España e pela Volta a Catalunya, a sua extensão e a sua pendente não muito alta não permite que se façam grandes diferenças aqui a não ser que outra subida desempenhe esse papel antes de se aqui chegar. Jan Ullrich, Brice Feillu e Tom Dumoulin foram os vencedores nesta ascensão que favorece imenso as fugas.
Port d’Envalira (26.7 Km a 5%): Uma subida extremamente longa e regular. Em 2001, deu-se a primeira, e provavelmente a única chegada em alto que aqui aconteceu. Não fez grandes diferenças do 1º ao 18º mas todos os outros já perderam bastante tempo. Alejandro Valverde conseguiu aqui a primeira vitória de muitas numa grande volta. O mesmo Valverde seria vítima da descida desta montanha, quando ela integrou o percurso de uma etapa que se revelaria épica em 2013. Esta ascensão é bastante utilizada pelo Tour de France (9 utilizações), nomeadamente para fazer o regresso a França após uma etapa em Andorra porque esta subida faz fronteira com França.
Vallnord Sector Pal (10 Km a 6.6%): Uma subida que tem sido utilizada múltiplas vezes na Vuelta a España e na Vuelta a Catalunya, sendo-lhe dada também uma oportunidade no Tour de France de 1993. Muitas vezes, esta subida tem sido utilizada para chegadas em alto com pouca dureza antes (caso da Vuelta 2010) e por isso não tem feito grandes diferenças. Porém, já grandes nomes venceram aqui como Igor Anton, Oscar Sevilla e claro, Alberto Contador.
Collada de la Gallina (11.5 Km a 8.6%) (12.3 a 8% ou 7.2 Km a 8% (chegada em alto)): Uma das minhas subidas favoritas nos Pirenéus. Foi descoberta pela Vuelta a España em 2012, numa etapa que contavam com pouca dureza antes, não se fazendo grandes diferenças, com vitória de Alejandro Valverde que, juntamente com “Purito” Rodríguez, conseguiram fechar um enorme espaço para Alberto Contador que tinha atacado dentro do penúltimo quilómetro. Porém, “El Pistolero” acabaria por vencer a geral nesse ano após uma grande etapa em Fuente Dé. Em 2013, foi novamente utilizada e foi palco de um grande espetáculo proporcionado por um dia chuvoso e perigoso. Daniele Ratto venceria nesse dia e Vincenzo Nibali tinha o primeiro duelo sério com Chris Horner. O americano acabaria por levar a melhor na geral final. Em 2015, a Astana resolveu começar a partir o pelotão a meio desta subida, a 40 quilómetros do fim, deixando um Froome vítima de uma queda nesse dia para trás. A equipa cazaque venceria a etapa com Mikel Landa e Fabio Aru começaria a construir a sua vitória na geral nesse ano, ganhando tempo a toda a gente.

A minha favorita:
Cortals d’Encamp (8.7 Km a 9.2%): A subida favorita da Volta a Catalunya em Andorra, tendo sido utilizada em 2000, em 2001 e em 2004 pela prova catalã. Apesar da sua distância não muito longa, esta subida consegue fazer imensas diferenças, sobretudo se a corrida já estiver lançada antes dela, como aconteceu em 2015, na Vuelta a España. Como já referi, Mikel Landa, que ia em fuga, venceu nesse dia e para termos uma ideia das diferenças que se fizeram, colocarei a classificação em baixo.

Destaque também para outras subidas utilizadas em Andorra como o Coll de la Rabassa, o Coll de la Comella (obrigatório quando se passa em Andorra), o Coll d’Ordino e o Collado de Beixalis.
Convém referir que a etapa de Andorra que Joaquim Rodríguez desenhou por encomenda da Vuelta a España ajudou a desvendar muitos dos segredos deste pequeno país, tendo sido considerada uma das etapas mais duras em toda a história da prova espanhola, confirmando-se isso na estrada. Por fim, faço-vos a pergunta: Qual é a vossa subida favorita em Andorra?

Utilização nas grandes provas

Falando agora de ciclismo profissional, Andorra estreou-se no ciclismo profissional em 1964, quando o Tour de France resolveu experimentar a pequena nação com um final na capital Andorra-a-Velha. Foi o espanhol Julio Jimenez que venceu nesse dia. A chegada chamou com certeza a atenção da Vuelta a España, que o estreou no ano seguinte, numa etapa que terminou com vitória do também espanhol Esteban Martin. Desde ai, Andorra tornou-se um dos principais pontos de referência da prova espanhola e até mesmo da “Grande Boucle”. Em 1993 (chegada a Vallnord), em 1997, em 2009 e em 2016 (chegadas a Arcalis), o Tour de France ofereceu bons espetáculos neste palco que é Andorra.
Convém referir que o primeiro registo de utilização de Andorra na Volta a Catalunya data do ano de 2000, que incluiu um final de prova com uma chegada em alto e uma cronoescalada. Até 2011, chegadas em alto em Andorra sucederam-se quase ano após ano, mas de 2012 até ao presente, estas nunca mais aconteceram. Eu acho que já está na hora de voltarem porque a prova catalã tem sofrido muitas vezes um défice de espetáculo desde que essas chegadas desapareceram.

Ciclistas ilustres e treinos

Devido às baixas taxas sobre produtos de consumo que referi logo no início, ao clima temperado e à hospitalidade dos andorrenhos e sobretudo à concentração de imensas subidas duras numa curta área, Andorra tem atraído ciclistas profissionais de todo o mundo, nomeadamente australianos e ciclistas da América do Norte. Damien Howson, Leigh Howard, Rohan Dennis, Simon Gerrans, Cameron Meyer, Jack Haig, Simon Clarke e Svein Tuft mudaram-se para Andorra nos últimos anos e dizem estar bastante satisfeitos com a mudança de residência. Para ciclistas como eles, é difícil conseguir residência por um longo período de tempo na Europa mas em Andorra tudo é muito mais fácil. Nomes mais importantes como Daniel Martin, Esteban Chaves e Joaquim Rodríguez também têm residência em Andorra. Resumindo e segundo “Purito” Rodríguez, 1/5 dos ciclistas que participa no Tour de France treina de 2 a 7 horas por dia em Andorra para preparar a prova francesa.

Desenvolvimento do ciclismo

Ao contrário do que muitos podem pensar, os andorrenhos só começaram a interessar-se por ciclismo no século XXI. Até ai, o esqui era e ainda é o desporto nacional, deixando outros desportos, como o futebol, o hóquei em patins e o ciclismo em segundo plano. Muitos até podem perguntar porque é que não existem grandes ciclistas de Andorra visto que vivem num país montanhoso. Mas a resposta é simples: nunca ninguém mostrou muita vontade de desenvolver o ciclismo no principado até Joaquim Rodríguez se ter mudado para lá em 2006. Rodríguez sempre mostrou a intenção de conduzir este processo de desenvolvimento com a criação da escola de ciclismo “Purito”, que conta já com 40 alunos dos 5 aos 13 anos, criando e organizando também um granfondo duríssimo e agora que o ciclista catalão se reformou, com certeza dedicará mais tempo a este projeto e poderemos ter uma geração bastante interessante de jovens andorrenhos no pelotão internacional daqui por 10 anos.

E assim conclui-o o tópico desta semana. Espero que tenham gostado e sobretudo aprendido mais e como de costume, voltarei ou tentarei voltar (os testes começarão) daqui a duas semanas.


Editado pela última vez por Sadinus em 15 out 2016, 13:50, num total de 1 vez.

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MensagemEnviado: 11 out 2016, 20:42 
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Sadinus Escreveu:
Boa tarde!

Esta semana, para comemorar a décima edição do "TheSharkAttack", proponho esquecermos um pouco os dois grandes temas da atualidade do ciclismo (transferências e campeonatos do mundo). Por isso, levá-los-ei numa viagem até a uma nação calma e pequena, no meio das grandes montanhas dos Pirenéus, que tem servido de base de treinos para muitos ciclistas profissionais nos últimos anos. Estou a falar do Principado de Andorra.

História de Andorra

A data da independência de Andorra é muitas vezes alvo de discussão por parte dos historiadores. A versão oficial reconhece que o principado ganhou a sua independência durante a Reconquista Cristã, quando uma revolta contra um conde catalão que recebera o território como recompensa, mais ou menos da mesma forma que D. Henrique recebeu o Condado Portucalense, aconteceu. Desde ai, tem vindo a desenvolver-se lentamente e foi no século XX, após a construção de estradas, hotéis e de outras infraestruturas dedicadas ao esqui, que Andorra tornou-se um dos principais destinos turísticos e comerciais do sul da Europa, sendo favorecida pelas baixíssimas taxas sobre produtos de consumo existentes.

Subidas

A dureza das subidas também faz o espetáculo no ciclismo e por isso proponho falarmos um pouco delas. As principais em Andorra são:

Arcalis (10.1 Km a 7.2%): A subida favorita do Tour de France em Andorra, visto que foi utilizada três vezes por esta prova. Também utilizada pela Vuelta a España e pela Volta a Catalunya, a sua extensão e a sua pendente não muito alta não permite que se façam grandes diferenças aqui a não ser que outra subida desempenhe esse papel antes de se aqui chegar. Jan Ullrich, Brice Feillu e Tom Dumoulin foram os vencedores nesta ascensão que favorece imenso as fugas.
Port d’Envalira (26.7 Km a 5%): Uma subida extremamente longa e regular. Em 2001, deu-se a primeira, e provavelmente a única chegada em alto que aqui aconteceu. Não fez grandes diferenças do 1º ao 18º mas todos os outros já perderam bastante tempo. Alejandro Valverde conseguiu aqui a primeira vitória de muitas numa grande volta. O mesmo Valverde seria vítima da descida desta montanha, quando ela integrou o percurso de uma etapa que se revelaria épica em 2013. Esta ascensão é bastante utilizada pelo Tour de France (9 utilizações), nomeadamente para fazer o regresso a França após uma etapa em Andorra porque esta subida faz fronteira com França.
Vallnord Sector Pal (10 Km a 6.6%): Uma subida que tem sido utilizada múltiplas vezes na Vuelta a España e na Vuelta a Catalunya, sendo-lhe dada também uma oportunidade no Tour de France de 1993. Muitas vezes, esta subida tem sido utilizada para chegadas em alto com pouca dureza antes (caso da Vuelta 2010) e por isso não tem feito grandes diferenças. Porém, já grandes nomes venceram aqui como Igor Anton, Oscar Sevilla e claro, Alberto Contador.
Collada de la Gallina (11.5 Km a 8.6%) (12.3 a 8% ou 7.2 Km a 8% (chegada em alto)): Uma das minhas subidas favoritas nos Pirenéus. Foi descoberta pela Vuelta a España em 2012, numa etapa que contavam com pouca dureza antes, não se fazendo grandes diferenças, com vitória de Alejandro Valverde que, juntamente com “Purito” Rodríguez, conseguiram fechar um enorme espaço para Alberto Contador que tinha atacado dentro do penúltimo quilómetro. Porém, “El Pistolero” acabaria por vencer a geral nesse ano após uma grande etapa em Fuente Dé. Em 2013, foi novamente utilizada e foi palco de um grande espetáculo proporcionado por um dia chuvoso e perigoso. Daniele Ratto venceria nesse dia e Vincenzo Nibali tinha o primeiro duelo sério com Chris Horner. O americano acabaria por levar a melhor na geral final. Em 2015, a Astana resolveu começar a partir o pelotão a meio desta subida, a 40 quilómetros do fim, deixando um Froome vítima de uma queda nesse dia para trás. A equipa cazaque venceria a etapa com Mikel Landa e Fabio Aru começaria a construir a sua vitória na geral nesse ano, ganhando tempo a toda a gente.

A minha favorita:
Cortals d’Encamp (8.7 Km a 9.2%): A subida favorita da Volta a Catalunya em Andorra, tendo sido utilizada em 2000, em 2001 e em 2004 pela prova catalã. Apesar da sua distância não muito longa, esta subida consegue fazer imensas diferenças, sobretudo se a corrida já estiver lançada antes dela, como aconteceu em 2015, na Vuelta a España. Como já referi, Mikel Landa, que ia em fuga, venceu nesse dia e para termos uma ideia das diferenças que se fizeram, colocarei a classificação em baixo.

Destaque também para outras subidas utilizadas em Andorra como o Coll de la Rabassa, o Coll de la Comella (obrigatório quando se passa em Andorra), o Coll d’Ordino e o Collado de Beixalis.
Convém referir que a etapa de Andorra que Joaquim Rodríguez desenhou por encomenda da Vuelta a España ajudou a desvendar muitos dos segredos deste pequeno país, tendo sido considerada uma das etapas mais duras em toda a história da prova espanhola, confirmando-se isso na estrada. Por fim, faço-vos a pergunta: Qual é a vossa subida favorita em Andorra?

Utilização nas grandes provas

Falando agora de ciclismo profissional, Andorra estreou-se no ciclismo profissional em 1964, quando o Tour de France resolveu experimentar a pequena nação com um final na capital Andorra-a-Velha. Foi o espanhol Julio Jimenez que venceu nesse dia. A chegada chamou com certeza a atenção da Vuelta a España, que o estreou no ano seguinte, numa etapa que terminou com vitória do também espanhol Esteban Martin. Desde ai, Andorra tornou-se um dos principais pontos de referência da prova espanhola e até mesmo da “Grande Boucle”. Em 1993 (chegada a Vallnord), em 1997, em 2009 e em 2016 (chegadas a Arcalis), o Tour de France ofereceu bons espetáculos neste palco que é Andorra.
Convém referir que o primeiro registo de utilização de Andorra na Volta a Catalunya data do ano de 2000, que incluiu um final de prova com uma chegada em alto e uma cronoescalada. Até 2011, chegadas em alto em Andorra sucederam-se quase ano após ano, mas de 2012 até ao presente, estas nunca mais aconteceram. Eu acho que já está na hora de voltarem porque a prova catalã tem sofrido muitas vezes um défice de espetáculo desde que essas chegadas desapareceram.

Ciclistas ilustres e treinos

Devido às baixas taxas sobre produtos de consumo que referi logo no início, ao clima temperado e à hospitalidade dos andorrenhos e sobretudo à concentração de imensas subidas duras numa curta área, Andorra tem atraído ciclistas profissionais de todo o mundo, nomeadamente australianos e ciclistas da América do Norte. Damien Howson, Leigh Howard, Rohan Dennis, Simon Gerrans, Cameron Meyer, Jack Haig, Simon Clarke e Svein Tuft mudaram-se para Andorra nos últimos anos e dizem estar bastante satisfeitos com a mudança de residência. Para ciclistas como eles, é difícil conseguir residência por um longo período de tempo na Europa mas em Andorra tudo é muito mais fácil. Nomes mais importantes como Daniel Martin, Esteban Chaves e Joaquim Rodríguez também têm residência em Andorra. Resumindo e segundo “Purito” Rodríguez, 1/5 dos ciclistas que participa no Tour de France treina de 2 a 7 horas por dia em Andorra para preparar a prova francesa.

Desenvolvimento do ciclismo

Ao contrário do que muitos podem pensar, os andorrenhos só começaram a interessar-se por ciclismo no século XXI. Até ai, o esqui era e ainda é o desporto nacional, deixando outros desportos, como o futebol, o hóquei em patins e o ciclismo em segundo plano. Muitos até podem perguntar porque é que não existem grandes ciclistas de Andorra visto que vivem num país montanhoso. Mas a resposta é simples: nunca ninguém mostrou muita vontade de desenvolver o ciclismo no principado até Joaquim Rodríguez se ter mudado para lá em 2006. Rodríguez sempre mostrou a intenção de conduzir este processo de desenvolvimento com a criação da escola de ciclismo “Purito”, que conta já com 40 alunos dos 5 aos 13 anos, criando e organizando também um granfondo duríssimo e agora que o ciclista catalão se reformou, com certeza dedicará mais tempo a este projeto e poderemos ter uma geração bastante interessante de jovens andorrenhos no pelotão internacional daqui por 10 anos.

E assim conclui-o o tópico desta semana. Espero que tenham gostado e sobretudo aprendido mais e como de costume, voltarei ou tentarei voltar (os testes começarão) daqui a duas semanas.


Sabes o nome de algum desses jovens andorrenhos? Queria começar a seguir o percurso dos que apresentarem maior potencial.


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MensagemEnviado: 11 out 2016, 20:51 
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Acho que ele não conhece nenhum, simplesmente está a prever que devido ao projecto do Purito possa aparecer algum que se venha a destacar mas ele que me corrija se estiver errado.

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MensagemEnviado: 11 out 2016, 21:07 
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Não conheço nenhum nome. Vamos ter que esperar mais uns anos.


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MensagemEnviado: 11 out 2016, 21:15 
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Sadinus Escreveu:
Não conheço nenhum nome. Vamos ter que esperar mais uns anos.


Já agora irás fazer a mesma pesquisa em relação a outros países com pouca tradição na modalidade mas que podem emergir no futuro? Gostei bastante deste texto sobre o panorama andorrenho.


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MensagemEnviado: 11 out 2016, 21:22 
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Pengo Escreveu:
Sadinus Escreveu:
Não conheço nenhum nome. Vamos ter que esperar mais uns anos.


Já agora irás fazer a mesma pesquisa em relação a outros países com pouca tradição na modalidade mas que podem emergir no futuro? Gostei bastante deste texto sobre o panorama andorrenho.


Vai ser difícil mas vou tentar esta sexta. Vou começar a série "Terras de ciclismo".


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MensagemEnviado: 11 out 2016, 22:05 
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Sadinus Escreveu:
Pengo Escreveu:
Sadinus Escreveu:
Não conheço nenhum nome. Vamos ter que esperar mais uns anos.


Já agora irás fazer a mesma pesquisa em relação a outros países com pouca tradição na modalidade mas que podem emergir no futuro? Gostei bastante deste texto sobre o panorama andorrenho.


Vai ser difícil mas vou tentar esta sexta. Vou começar a série "Terras de ciclismo".


Irás passar dos países para as regiões?


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