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MensagemEnviado: 27 jun 2014, 19:44 
Vencedor de Clássicas
Vencedor de Clássicas

Registado: 14 jul 2009, 00:10
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Semana 22 –2 a 8 de Junho
Boucles de la Mayenne (2.1)
Eliot Lietaer – vencedor etapa 1 – 20 pontos
Kevin Seeldraeyers – 10º lugar – 1 ponto


Semana 23 –9 a 15 de Junho
Critérium du Dauphiné (2.UWT)
Jakob Fuglsang – 10º lugar – 63 pontos
Memorial Bruno Neves (PT)
Henrique Casimiro – 4º lugar – 20 pontos

Semana 24 –16 a 22 de Junho
Route du Sud - la Dépêche du Midi (2.1)
Nicolas Roche – Vencedor da etapa 2 e líder – 26 pontos
Nicolas Roche – Vencedor – 110 pontos

Tour de Suisse (2.UWT)
Kevin Seeldraeyers – 20º lugar – 1 ponto
Tour de Slovénie (2.1)
Eliot Lietaer – 8º lugar – 10 pontos

Semana 25 –23 a 29 de Junho
Nacionais ITT Suiça
Stefan Küng - 2º lugar - 20 pontos
Nacionais ITT Portugal U23
Carlos Ribeiro - 3º lugar - 5 pontos
Nacionais Holanda
Wesley Kreder - 3º lugar - 55 pontos
Nacionais Rússia
Vladimir Gusev - 2º lugar - 20 pontos
Nacionais Espanha
Carlos Barbero - 3º lugar - 110 pontos


Resumo de Junho:
- 30 pontos Eliot Lietaer.
- 2 pontos Kevin Seeldraeyers.
- 63 pontos Jakob Fuglsang.
- 20 pontos Henrique Casimiro.
- 136 pontos para Nicolas Roche.
- 110 pontos para Carlos Barbero.
- 20 pontos para Vladimir Gusev.
- 55 pontos para Wesley Kreder.
- 20 pontos para Stefan Küng.
- 5 pontos para Carlos Ribeiro.

- Total de 461 pontos.


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MensagemEnviado: 19 nov 2014, 09:28 
Vencedor de Clássicas
Vencedor de Clássicas

Registado: 14 jul 2009, 00:10
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Finda a época de 2014, é altura de fazer uma análise aos resultados.

Com resultados bastante modestos em 2013 (22ª posição da 2ª divisão com 1598 pontos), para 2014 esperava-se melhor, e no início da época a fasquia ficou fixada em alcançar um lugar nos 12 primeiros e ter uma pontuação superior a 2250, objetivos realistas para a primeira época na íntegra do jogo. A fasquia pontual foi conseguida com a equipa a obter 2527 pontos, mas o 12º lugar ficou ainda longe, sendo o 17º lugar a posição final da equipa, a 242 pontos do lugar pretendido.
Em termos individuais e de forma mais detalhada tivemos alguns resultados menos positivos, no escalão do WorldTour nenhum ciclista alcançou as metas que inicialmente se esperavam.

- Nicolas Roche (301) depois de uma grande época em 2013 este ano não conseguiu andar ao mesmo nível. Apesar de participar em 2 grandes voltas, Tour e Giro, No Giro fechou na 30ª posição e no Tour na 39ª posição, pouco para quem na época anterior tinha sido 5º na Vuelta. No Giro entrou como co-líder da equipa mas uma queda no sexto dia tirou-lhe qualquer expectativa de uma boa classificação final, ficando a tentativa de ganhar uma etapa não alcançada também (Dois quartos lugares e um quinto). No Tour estava escalado para ajudar Contador mas com a queda deste todas as expectativas foram goradas, teve como melhor resultado o nono lugar em etapa. Nos outros objetivos, para as provas de uma semana, nas provas de WorldTour não conseguiu nenhum resultado de relevo, conseguindo uma vitória na geral em Junho no “2.1 - Route du Sud - la Dépêche du Midi” e o quinto lugar do “2.HC - Tour of Britain”. Finalizou a época com a obtenção de alguns pontos no campeonato do mundo. Em termos pontuais obteve 301 (objetivo 500 a 750) tendo a seu cargo aproximadamente 12,3 % dos pontos totais da equipa, longe dos mais de 40% de 2013 e com menos de metade da pontuação obtida aí.
- Jakob Fuglsang (420) o dinamarquês foi a primeira escolha no draft para 2014. Corredor de créditos firmados acabou por não ter a oportunidade de liderar a equipa em nenhuma grande volta, muito por culpa de ter acompanhando em grande parte o calendário de Niballi e pela revelação Fabio Aru. Esteve no Tour mas na última semana acabou por não conseguir conjugar o apoio a Niballi com um bom resultado individual. Conseguiu os seus resultados em provas de uma semana, faltando uma vitória para materializar numa melhor pontuação a sua época. Foi 5º no “Paris-Nice”, 11º na “Volta Ciclista a Catalunya”, 7º no “Tour de Romandie”, 10º no “Critérium du Dauphiné”, conquistando 420 pontos ainda assim longe da perspectiva de início de época (650 a 850 pontos), mas com um pecúlio 17,2 % dos pontos da equipa.
- Rinaldo Nocentini (219), o experiente Italiano teve uma época atípica. Iniciou a época bem cedo, período em que obteve um 12º lugar no “Tirreno-Adriatico”, e depois devido a 2 fraturas esteve mais de 4 meses afastado da competição. Depois da lesão participou na “Vuelta” essencialmente para fazer quilómetros e poder estar a um bom nível no final do ano onde acabou por alcançar 2 resultados bem interessantes como foram, o 2º lugar no “Milano-Torino” e o 8º lugar no “Tour of Beijing”. Finalizou a época com 219 ainda assim algo longe do intervalo previsto que era entre 350 e os 500 pontos. Desresponsabiliza esta diferença o largo período sem competição.
- Nathan Earle (0), o Australiano que se manteve no plantel desde a época passada e que fez a sua estreia no WorldTour teve uma época dentro do esperado. A Sky é uma equipa recheada de grandes nomes e Earle nunca teve grandes hipóteses de se evidenciar não obtendo assim nenhum ponto em toda a época (objetivo 20 a 40), mas participando desde já em meia dúzia de provas do WorldTour. Os resultados de maior destaque surgiram no início do ano e que estiveram perto de garantir pontos foram o 12º lugar nos nacionais e no “Tour Cycliste International du Haut Var-matin”.
- Ruben Plaza (38), esteve quase sempre longe dos resultados positivos obtendo quase a exclusividade dos seus pontos na primeira prova que realizou este ano, o 14º lugar no “Tour Down Under”, estando no restante da época sempre no apoio aos seus chefes de fila. Os seus 38 pontos estão um pouco longe da perspetiva de início de época (entre 100 e 200).
- Cristiano Salerno (0), o italiano transitou da equipa em 2013 (por algum desconhecimento do funcionamento do jogo) mas acabou por permanecer apenas até ao período de transferências. Com participações em provas importantes no início da época acabou por conseguir os melhores resultados em duas clássicas italianas mas insuficientes para garantir pontos.
- Michael Schär (30), gregário suíço entrou na equipa e sobre ele recaía a expectativa de pontuar mais do que Salerno, e isso acabou por acontecer. Apesar não ser perpectivavel uma grande pontuação acabou por vencer a 2ª etapa da “The Larry H.Miller Tour of Utah”. Fechou a época com 30 pontos.
- Vladimir Gusev (36), foi a última escolha do draft no escalão do WorldTour, e acabou por ter um número de pontos pouco significativo. Com algum estatuto nas clássicas algo que vai diminuindo com o decorrer dos anos, o russo acabou por ter no 2º lugar dos “campeonatos nacionais russos” o seu melhor resultado. Nas clássicas andou sempre longe dos melhores lugares pontuando esporadicamente em algumas provas. Os seus 36 pontos ficam ainda assim longe do que foi perspetivado para ele (100 a 200 pontos).

Em resumo os 8 ciclistas de WorldTour representaram aproximadamente 43% da percentagem de pontos que foram obtidos pela equipa, sendo que nenhum deles alcançou as metas pontuais que tinha previsto para eles. Fuglsang com 17% e Roche com 12% foram os mais ativos, por outro lado Earle e Salerno não obtiveram pontos.

- David de la Cruz (58), o jovem espanhol manteve-se da equipa de 2013 e era uma das apostas. Com créditos já firmados em épocas anteriores era para mim um dos líderes da NetApp para a época, mas apesar de fazer parte da equipa no “Tour” não foi muito visto. Foi nos Estados Unidos que alcançou o melhor resultado da época com um 10º lugar no “Amgen Tour of California” e um 2º lugar em etapa. Conseguiu alguns resultados interessantes mas que nunca lhe deram pontos, ficou assim longe das expectativas inicialmente criadas obtendo 58 pontos, longe dos 100 a 250 pontos que era o foi perspectivado inicialmente para ele.
- Kevin Seeldraeyers (34), depois de ter sido o segundo maior pontuador da equipa em 2013 e de ter rebaixado para uma equipa Profissional Continental, esperava muitos pontos do Belga mas tal não aconteceu. Com muitos lugares na parte final da tabela e desistências nas provas em que participou Seeldraeyers conseguiu os seus resultados de algum relevo na “Presidential Cycling Tour of Turkey” onde ficou em 11º e um 20º lugar no “Tour de Suisse”, manifestamente pouco para alguém que era cabeça de cartaz da sua equipa. Com um objetivo perfeitamente alcançável (150 a 250 pontos) o belga conseguiu apenas 34 pontos.
- Angel Madrazo (94), primeira escolha “Pro-continental” tinha sobre si expectativas altas, baixou da Movistar para a Caja Rural e aquando da escolha seria para mim um dos prováveis chefes de fila nas provas mais importantes da equipa, mas com o decorrer da época foi perdendo influência, sendo o espelho disso a não inclusão na “Vuelta”. Fez a “volta ao Algarve” e a “volta a Portugal” mas sempre longe dos lugares cimeiros, conseguindo os seus primeiros pontos apenas no final do mês de Setembro. 8º lugar na geral do “Tour du Gévaudan Languedoc-Roussillon” e o 2º lugar na clássica “Giro dell'Emilia” foram os resultados de relevo, o que lhe possibilitaram a renovação com a Caja Rural. Em termos pontuais esteve perto dos objetivos delineados (100 a 150 pontos), mas o longo período sem resultados não torna clara a sua continuidade no plantel da equipa para 2015.
- Wesley Kreder (100), o jovem holandês com qualidade em clássicas, conseguiu pontuar em 3 provas, 3º lugar na “Classic Loire Atlantique”, 8º lugar “World Ports Classic” e 3º lugar nos “nacionais do seu país”, conquistando assim 100 pontos. Com um objetivo pontual de 50 a 100 pontos, foi dos poucos ciclistas a conseguir alcançar uma pontuação de acordo com o esperado.
- Nico Sijmens (10), o experimentado Belga foi um dos ciclistas que mais dias de competição teve e menos pontos obteve, nada que não fosse esperado. A expectativa sobre ele era baixa 40 a 80 pontos, mas apenas obteve 10 pontos, fruto do 7º lugar na “Boucles de l'Aulne – Châteaulin”, manifestamente pouco e certamente não ficará na equipa para 2015.
- Frederik Veuchelen (27), mais um experimentadíssimo Belga, que tal como Sijmens se fartou de ter dias de competição. Apesar de não ter conseguido nenhum resultado de grande nível teve prestações interessantes em algumas provas. Veuchelen obteve 27 pontos sendo 9º no “Etoile de Bessèges”, 7º no “Cholet - Pays De Loire”, 4º na etapa 4 dos “4 Jours de Dunkerque / Tour du Nord-pas-de-Calais”, 9º no “GP Stad Zottegem” e 21º nos “World Championships – TTT”. Poucos pontos mas alguns lugares interessantes, ainda assim esteve algo longe do que se esperava (40 a 80 pontos).
- Ivan Velasco (0), não competiu este ano e por grande distração esteve na equipa até ao fim da época.
- Eliot Lietaer (30), este jovem belga cumpriu com o pouco que se exigia dele. Inserido numa equipa forte, evoluiu tal como esperado e é um ciclista que confio para a próxima época. Em termos pontuais não fez nada de especial, conquistou 30 pontos, pela vitória na 2ª etapa da “Boucles de la Mayenne” e pelo 8º lugar no “Tour de Slovénie”, aliado a outros lugares interessantes. Com a reformulação da sua equipa pode ainda ganhar mais protagonismo. A pontuação de 30 pontos inseriu-se no intervalo que era esperado de 20 a 40 pontos.
- Josef Cerny (0), este jovem checo teve uma época complicada. Inserido na CCC, umas das equipas mais competitivas do seu escalão, pouco ou nada conseguiu correr durante a época. Finalizou a época com 17 dias de competição, e apenas com um resultado de relevo a vitória na “Visegrad 4 Bicycle Race - GP Czech Republic” prova do escalão 1.2. Com tão pouca competição não alcançou pontos ficando assim aquém do que se esperava dele (50 – 80 pontos), será difícil perante este cenário a sua manutenção na equipa para 2015.
- Andrea Dal Col (0), apelidado pelo seu DD no início da época de Greipel da equipa, ficou-se apenas nas semelhanças físicas com o “Gorila Alemão”. Obteve um número infindável de resultados para além da posição 100, e teve apenas na “Vuelta al Tachira en Bicicleta” uma vitória em etapa, prova esta que não conta para a LV por ser 2.2. Mais um que pelos fracos resultados não ficará na equipa para 2015. Obteve 0 pontos quando o objetivo era entre 50 e 100 pontos.
- William Wauters (0), um dos ciclistas de uma equipa continental, tinha a seu favor ter corrido em 2013 no WorldTour, mas não se destacou durante época, nem no calendário que fez, que foi praticamente todo em provas.2 obteve um resultado de relevo. Do objetivo de angariar entre 30 a 60 pontos, não obteve nenhum, e face há época que teve já anunciou que deixará de correr profissionalmente em 2015.
- Oscar Pujol (0), outro ciclista de uma equipa continental, teve em 2014 o seu regresso ao ciclismo de estrada. Depois de já ter corrido no WorldTour defendeu as cores da equipa do Dubai, mas pouco ou nada correu. Com uma época dividida entre a estrada e o ciclocross e inserido numa equipa que deixou de correr praticamente em Junho, foram uma fórmula de insucesso claro. Com o objetivo de obter entre 25 a 75 pontos ficou bem longe disso não conquistando nenhum ponto.
- Henrique Casimiro (20), a escolha lusitana teve também ela uma época bastante modesta. Apesar da sua equipa BIC-Carmin até ter feito algumas provas fora de Portugal, o alentejano nem sempre esteve presente, e a nível interno esteve muito longe do lugar interessante que em 2013 tinha obtido na grandíssima, de uma quase entrada no top-20, Casimiro terminou este ano muito longe e num modesto 58º lugar. Obteve no ”Memorial Bruno Neves” o seu melhor lugar, terminando em 4º lugar e obtendo 20 pontos, resultado aquém dos 30 a 60 pontos que eram esperados.
- Carlos Ribeiro (45), o jovem da Anicolor teve uma época interessante dentro do seu perfil de ciclista. Homem de trabalho, de ataque, com gosto para andar sozinho, participou na sua primeira “volta a Portugal”, foi ao “Tour de L’Avenir” e esteve pré-convocado para os mundiais. Em termos de resultados conseguiu 45 pontos, fruto de um 7º lugar no “Challenge de Tavira”, 3º lugar nos “nacionais de contrarrelógio sub-23”, a vitória na segunda etapa e um segundo lugar na etapa 4 da “volta a Portugal do futuro”. Com objetivo de pontuar entre os 30 e os 60 pontos conseguiu enquadrar-se nessa pontuação, apenas não fica na equipa por previsivelmente ir dar o salto para uma equipa continental nacional.
- Carlos Barbero (658), depois de uma boa época em 2013 com 190 pontos, obteve um sensacional score de 658 pontos, o que lhe valeu o passaporte para em 2015 defender as cores da Caja Rural. Foi bastante regular em toda a época mas foi nos meses de Março e Julho que esteve fortíssimo. Na “volta ao Alentejo” conseguiu vencer a classificação geral bem como obteve 2 segundos lugares, um 3º lugar em etapas e desde a etapa 2 que não largou a camisola amarela. Na clássica “Vuelta Ciclista a La Rioja” competiu com grandes figuras e foi 3º classificado, na “Vuelta a Castilla y Leon” foi terceiro na etapa 1, nos “nacionais” alcançou o bronze e terminou a sua obtenção de pontos com a vitória no “Circuito de Getxo”. No início do ano esperávamos uma época semelhante ao ano anterior com uma pontuação entre 150 e os 250 pontos, mas os 658 colocam-no como o ciclista com o maior número de s pontos da época e até ao momento o ciclista com mais pontos obtidos numa época. Tem o seu lugar assegurado para 2015 apesar de ser previsível que a pontuação seja mais modesta.
- Sondre Holst Enger (188) – Mais uma manutenção na equipa do ano passado e se no ano passado tinha chegado já tarde e ainda obteve 80 pontos, este ano mais que duplicou essa pontuação, ultrapassando assim as expectativas que recaíam sobre ele (100 a 150 pontos). Forte nas corridas em solo norueguês obteve aí a sua grande fatia de pontos. No “Uno-X Tour of Norway” conquistou um 2º e um 5º lugar em etapas, no “Tour des Fjords” fechou 3 etapas em 3º lugar e finalizou a prova em 5º. A sua obtenção de pontos terminou com lugares de destaque no seu escalão onde foi 8º nos “Europeus” e 5º nos “Mundiais”. Em Agosto mudou-se como estagiário para a IAM e perdeu um pouco de fulgor, veremos o que 2015 lhe traz.
- Stefan Küng (135) – A manutenção de duas jovens estrelas da equipa de 2013, o outro sub-23 que contratámos não se deixou ficar para trás, e a sua contratação por parte da gigante BMC para 2015 comprova-o. Muito jovem correu essencialmente em provas do escalão.2 onde obteve 3 vitórias, mas quando compareceu em provas de mais destaque também se mostrou. Foi segundo nos “nacionais” atras apenas de Cancellara, e nos “campeonatos da Europa de sub-23” fez a dobradinha, vencendo o contrarrelógio e a corrida em linha. Acabou a sua época em termos pontuais com o 3º lugar nos “campeonatos do mundo de contrarrelógio sub-23.” A partir de Agosto mudou-se para a BMC onde fez algumas provas. Dada a sua juventude a exigência no início da época foi menor tendo como objetivo 40 a 80 pontos, mas o suíço conseguiu o bom resultado de 135 pontos. 3 Jovens cheios de talento e qualidade que passaram das suas equipas continentais para Pro-continentais e Küng para o WorldTour demostram a qualidade deles, pena que dos 3 só 2 se vão poder mante para 2015 com o União de Lamas.

Em termos gerais foi uma época com altos e baixos, se os sub-23 obtiveram uma pontuação muito acima do que se esperava, entre os 4 somaram 42% da pontuação total da equipa, sendo Barbero o expoente máximo com quase 27%, os ciclistas WorldTour e principalmente os melhores Pro-continentais estiveram bem abaixo do esperado, destacando-se pelo número de pontos Jakob Fuglsang ainda assim abaixo do esperado mas que representou 17% dos pontos totais. O melhor Pro-continental foi Wesley Kreder com 4% da pontuação total da equipa, o que demostra a fraca prestação neste escalão. As grandes deceções na época foram David de la Cruz e principalmente Kevin Seeldraeyers, terá sido apenas um ano mau, essa é a equação que terei de avaliar para os manter ou não para 2015.

Top 5 Pontuação Ciclistas:
Carlos Barbero – 66 dias de competição – 658 pontos – 26,93% pontuação da equipa
Jakob Fuglsang – 71 dias de competição – 420 pontos – 17,19% pontuação da equipa
Nicolas Roche – 88 dias de competição – 301 pontos – 12,32% pontuação da equipa
Rinaldo Nocentini – 67 dias de competição – 219 pontos – 8,96% pontuação da equipa
Sondre Holst Enger – 47 dias de competição – 188 pontos – 7,7% pontuação da equipa

Top 3 Provas
Volta ao Alentejo/Crédito Agricola Costa Azul – 306 pontos
Circuito de Getxo – 160 pontos
Paris – Nice – 142 pontos


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MensagemEnviado: 19 nov 2014, 09:30 
Vencedor de Clássicas
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Permanência para 2015
Ainda existem algumas dúvidas de quem se vai manter na equipa para 2015.
Nas primeiras opções do draft existe a dúvida se fica Fuglsang ou Roche. Fuglsang obteve mais pontos mas em 2014 perdeu espaço na equipa com a ascensão de Fabio Aru, será ele líder em alguma grande volta para 2015?! Eu acho que não, mas é sempre alguém capaz de fazer bastantes pontos. Roche é a outra alternativa, teve um 2014 pior que 2013 mas para 2015 vai mudar-se para a Sky, apesar de existirem muitos líderes nesta super equipa, Roche poderá aqui ter uma redescobrimento das suas capacidades. A balança deverá cair para o Dinamarquês mas ainda não esta fechada. Nos restantes elementos do WorldTour, Nocentini apesar da idade tem o lugar garantido para 2015, ficando a segunda vaga por decidir-se por Plaza, Schär ou Gusev. Plaza mudou-se para a Lampre e aí pode ter um bocadinho mais de espaço mas Gusev ao mudar-se para a Rusvelo e baixando para uma equipa Pro-Continental poderá ser um dos líderes da sua nova equipa, daí partir em vantagem.
Das primeiras escolhas do escalão Continental existem 4 nomes em cima da mesa David de la Cruz, Kevin Seeldrayers, Angel Madrazo, Wesley Kreder. De la Cruz é um ciclista que depositei para 2014 muitas expectativas mas não as cumpriu, apesar da época apagada a Omega acabou por o contratar e isso pode significar que em provas mais duras possa ser um dos homens a contar na equipa, Seeldrayers foi o segundo melhor pontuador em 2013 e baixando para uma equipa Pro-Continental era alguém que pensava que iria pontuar com regularidade mas também não aconteceu, para 2015 ainda não é conhecido onde vai correr. Será que em 2015 vai estar a bom nível ou não?! Em que equipa o fará?! Madrazo e Kreder foram os mais pontuados do escalão mas com valores perto dos 100 pontos nada de muito significativo. Madrazo com a saída de LLS poderá ganhar algum espaço na Caja Rural e Kreder mudando-se para a nova equipa Holandesa pode também ser uma aposta. Neste momento De la Cruz e Seeldrayers partem em vantagem. Dos restantes continentais Eliot Lietaer será um jovem que vai permanecer na equipa podendo ou não Veuchelen também permanecer, quanto ao Luso Henrique Casimiro não irá permanecer na equipa.
Dos sub-23 infelizmente só 2 poderão ficar, e aí Carlos Barbero e Sondre Holst Enger estão em vantagem, pena para o miúdo suíço Küng que apesar da juventude já vai correr no WorldTour mas acaba por ficar algo tapado pela qualidade dos outros 2 e pelo salto para equipas Pro-Continentais. Carlos Ribeiro também por passar a elite não vai continuar na equipa. De salientar que aos 2 jovens que se vão manter não poderá ser exigido o mesmo que fizeram nesta temporada.


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MensagemEnviado: 26 nov 2014, 03:45 
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Acho as tuas análises bastante interessantes, continua!

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MensagemEnviado: 26 nov 2014, 11:41 
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KopSimoniFan Escreveu:
Acho as tuas análises bastante interessantes, continua!


Dependendo do tempo o objectivo é continuar. A parte de analise é algo que me cativa, apesar de neste caso me focar quase exclusivamente na análise dos resultados. Espero ainda esta semana fazer análise à minha escolha nas manutenções para 2015.


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MensagemEnviado: 02 dez 2014, 22:42 
Vencedor de Clássicas
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Registado: 14 jul 2009, 00:10
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Permanências para 2015
Preparando a época de 2015 existem já nomes que definitivamente irão fazer parte da estrutura. Em termos de WorldTour o líder será Jakob Fuglsang, a qualidade que tem demonstrado nos últimos anos bem com a sua regularidade são pontos a favor em relação ao mais irregular Nicolas Roche. Aliado a isto a sua decisão de rumar à Sky onde no meu ponto de vista estará ainda mais tapado foram os fatores que levaram a uma escolha no dinamarquês. O outro WorldTour fechado é o veterano italiano Rinaldo Nocentini, com uma época bastante atribulada devido a quedas e lesões. no entanto. no período que correu exceptuando o início de temporada esteve num nível interessante, tendo sido o quarto melhor pontuador da equipa. O outro nome WorldTour ainda está em aberto. Dos continentais as pontuações em 2014 foram bem discretas, dos dois nomes obrigatorios a manter, apenas está fechada a manutenção do David de la Cruz que apesar de uma época, aliás mais uma época modesta, mas com mais ninguém a destacar-se bem como a aposta da Omega nele, poderá dar-lhe oportunidade de lutar por alguns pontos em provas montanhosas. O outro nome ainda obrigatório deste escalão ainda se encontra em aberto. Dos outros continentais a escolha de 2 nomes opcionais está também em aberto, um nome também já fechado será Eliot Lietaer, a sangria das principais figuras da equipa Topsport Vlaanderen - Baloise e algumas indicações já dadas por ele este ano fazem com que seja uma aposta segura. O outra vaga poderá ou não ser ocupada. Em termos de sub-23 pela temporada que fizeram são escolhas lógicas e irão manter-se na equipa Carlos Barbero e Sondre Holst Enger.

Plantel para 2015
WorldTour:
- Jakob Fuglsang
- David de la Cruz (ex Continental)
- Rinaldo Nocentini
Continentais:
- Carlos Barbero (ex. sub-23)
- Sondre Holst Enger (ex. sub-23)
- Eliot Lietaer

As dúvidas neste momento prendem-se em 3 posições, dos ciclistas WorldTour tenho de escolher mais um nome obrigatoriamente, Vladimir Gusev dado o rumor que o dava "certo" nas Rusvelo partia em vantagem mas a apresentação da equipa foi esta semana e dos 18 nomes ele não constava, o que o coloca como um ciclista sem equipa neste momento. Plaza com a mudança para a Lampre poderá ganhar mais espaço mas ainda assim nunca será uma figura de destaque naquela equipa, poderá apenas passar de "gregario" na Movistar para um "gregário de luxo" na Lampre. Mas são os dois nomes em equação neste momento. Dos continentais existe a necessidade escolher mais um elemento obrigatoriamente, e a dúvida recai neste momento sobre três nomes. Kevin Seeldraeyers que em 2013 tinha sido o segundo mais pontuado da equipa, em 2014 teve uma época muita modesta e com isso não tem a continuidade assegurada na Wanty - Groupe Gobert, mas ainda assim parte em vantagem nas escolhas para a sua permanência para 2015. As alternativas serão Wesley Kreder e Angel Madrazo, sendo qualquer uma delas opções que não dão muitas garantias pontuais. A outra vaga continental poderá ser ocupada ou não por Frederik Veuchelen, com poucos pontos em 2014 mas com alguns lugares de destaque o que lhe permite ainda ter a porta entreaberta para 2015.


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