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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 17:37 
Cicco
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Ui, fico à espera ansiosamente! :D


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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 17:58 
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Vou ter que dividir isto em várias partes. Tento fazer isto mais ou menos cronologicamente de modo a representar a minha evolução.

Parte 1 - Deixar o Eminem e Linkin Park para trás. Power ballads e outras rabetices.

Disclaimer: Isto deve provavelmente ser o meu post mais lame e sentimental dos últimos tempos. Talvez até depressivo.

Muitas das músicas que se seguem são mais do que conhecidas. No entanto, não posso deixar de as referir pela importância que tiveram/têm na minha vida, quer tenha sido num determinado momento, quer seja pelo significado que eu lhes atribuo. Eu sou uma pessoa que dá bastante importância à letra e ao significado das letras, daí que alguma coisa do que vocês possam ler a seguir possa ser esquisito para vocês ou não fazer sentido. É normal.

Vou tentar apresentar apenas uma música por artista de modo a trazer alguma variedade, mas vou deixar outras recomendações de músicas com um significado semelhante ou do mesmo artista nas situações em que me for possível.

Não consigo escolher só 15 ou 20 músicas. As minhas playlists são enormes, e esta vai sê-lo.


Começando pelo início:

Oiço música desde muito cedo. Nunca tive grande dinheiro para comprar cd's, e na altura ferramentas como o Spotify, Grooveshark ou por aí fora nem sequer eram
um sonho longínquo de muitos.

Percorria o país com o meu pai frequentemente (ele é motorista de pesados) e isso significava enormes viagens a ouvir rádio, fosse ela RFM, Nostalgia, RR, Comercial, etc.
Daí, e tendo em conta o que passava nessas rádios, o que sobressaía para mim eram os clássicos e as baladas, umas recentes, outras mais antigas. E assim foi durante muitos anos.

O meu pai partilhava desses gostos, e embora ele não tenha um gosto particularmente por classic rock puro, a colecção de discos dele passava muito por power ballads e bastante música portuguesa.
A música portuguesa, honestamente, não me diz muito, mas é certo que boa parte do gosto por power ballads foi herdado dele.

Por volta de 2002, um conhecido do meu pai arranja-lhe uns quantos filmes gravados (VCD, fantástico na altura, enquanto hoje já nem DVD me satisfaz em termos de qualidade), e uma quantidade colossal de cd's gravados.
Entre esses cd's, vêm os principais discos de diversas bandas. Scorpions, Pink Floyd (The Wall), U2, Bryan Adams, os êxitos da altura (Lighthouse Family), etc.

Voltarei a abordar isto mais à frente quando achar relevante.

Início de 2003.

Scorpions - You and I



Nos referidos cd's, um dos Scorpions destacava-se. Acoustica. Para quem não sabe, o álbum foi gravado durante os concertos dos Scorpions em Lisboa, em 2001.
E é um álbum tremendo. Além dos grandes êxitos como Rock You Like a Hurricane (a mais conhecida, para muitos), Still Loving You ou Winds of Change, tem também esta música que eu adoro, bem como uma cover da Dust in The Wind, dos Kansas (outra música que adoro), e da Love of My Life, dos Queen.

A You and I, em particular, é-me especial porque a ouvi vezes sem conta durante um período de interesse romântico numa rapariga (coincidiu com isso), e apesar de isso ter passado depressa, o gosto pela música persistiu. Penso que marcou um período de mudança mental na minha vida.

Além disso, não sei se por feliz coincidência ou não, todas as moças nas quais estive interessado desde então gostam bastante de Scorpions. A minha ex, por exemplo, tinha uma versão incrível da Still Loving You ao vivo num cartão de memória que mete no rádio do carro. :P
Outras músicas deles bastante boas são a Always Somewhere (outra que ouvia incessantemente e que à pala disto fui ouvir novamente), No One Like You e Send Me An Angel.


Desde 2002 até 2005, além da rádio, que também ouvia em casa, outra das fontes que eu tinha para conhecer música era a MTV. Outrora, um canal que dava música.
Na altura, tinha um receptor satélite em casa, analógico, direccionado para os satélites Astra e Hotbird. Comprava quase mensalmente as revistas daquilo para ver as listas de frequências e ver se havia canais novos.
O Astra tinha essencialmente, entre os dois, os melhores canais, dado tratar-se de um satélite com muitos canais alemães, onde se podia ver muitos filmes, séries (dobrados em alemão, lol), jogos da Champions, etc.
E a MTV alemã era uma grande fonte de conhecimento musical e passava tardes inteiras a ver e ouvir aquilo. Mas 2003 foi uma altura estranha. Os êxitos eram sobretudo os primórdios do que temos hoje em dia (dance e techno a pacotes, Scooter, Danzel, e mais música do género). Mas eu até gostava de Scooter. :P E de Eminem (a Without Me é aquela cena lendária).

A Obsesion dos Aventura bombava no topo dos tops. O Nelly também (a música que ele tinha com a Kelly Rowland irritava-me tanto e passava tanta vez que eu às primeiras frames do videoclip tinha de mudar de canal). No final dessa época, a música irritante era a Lonely, do Akon. Mas os Black Eyed Peas desses tempos eram bem melhores que os de agora.

Bem, mas estamos aqui para falar de música a sério. Durante uma viagem com o meu pai, passou uma música na rádio que agora é a M80 (não sei se na altura ainda era Nostalgia ou Rádio Clube Português, mas já devia ser RCP). E eu adorei essa música. Mas como era hábito naquela época, não sabia o artista nem o nome.
Na altura também não haviam Shazam's ou coisa que o valha. O meu pai disse-me que conhecia a música (embora para ele saber assim de repente intérpretes, mais vale esquecer). Disse-me que o nome era Forever Young (também era um bocado óbvio).

Não descansei até encontrar um cd que a tivesse, que no caso foi a compilação da RFM - Oceano Pacífico Vol.3 (que apesar de ter mais umas músicas porreiras, nem era assim tão bom. O Vol. 2 é melhor, olhando agora para a lista. Mas o que eu queria mesmo era aquela música).

Alphaville - Forever Young



Foi a minha música preferida durante anos e uma das minhas preferidas ainda nos dias de hoje. Penso que dispensa apresentações.
"Hoping for the best but expecting the worst" é uma das frases que acaba por representar um bocado a minha maneira de ser.

Também perdi a conta às vezes que ouvi os Greatest Hits dos Queen. O Freddie Mercury é para mim das melhores (se não mesmo a melhor) voz que alguma vez existiu no planeta.
Embora não seja difícil gostar de várias das músicas deles, há quem se limite a conhecer a We Are The Champions. O que vale é que a Bohemian Rhapsody é também das mais conhecidas, porque é um verdadeiro hino.

Entre as minhas preferidas deles, contam-se essa, a Don't Stop Me Now, Somebody to Love, etc. No entanto, recentemente, e à pala de um episódio de New Girl, ouvi isto e fiquei maravilhado e ao mesmo tempo estúpido de como era possível isto ter-me passado ao lado até então:

Queen - Save Me



Continuando na onda das power ballads...
Bryan Adams. Felizmente, a meu ver, as rádios portuguesas passam Bryan Adams. Nos anos que referi, passavam ainda mais, e considero que Portugal é dos países com mais fãs desse grande senhor.
Suponho que o facto da "Everything I Do (I Do It For You)" ter ficado na memória das pessoas como a música do romance do Marco Borges e da Marta na primeira edição do Big Brother tenha ajudado a isso. Mas ele já era grande cá antes disso.
No entanto, passavam já os êxitos mais recentes. Na minha opinião, o melhor dele é algum do material mais "clássico".

Bryan Adams - Heaven



Sem espinhas no meu top 10 de músicas. Solo incrível, letra emocional e cantada com um poder do caraças.
Com o passar dos anos, acabou por ter outro significado para mim, associado à minha relação com a minha ex-namorada. Ambos gostamos bastante de Bryan Adams e adoramos a música, e de certa forma a música lembra-me do período áureo da relação, depois de uma fase inicial atribulada. Porque devemos guardar os bons momentos e não os maus.

"I've been waitin' for so long
For somethin' to arrive
For love to come along

Now our dreams are comin' true
Through the good times and the bad
Yeah - I'll be standin' there by you
"

É-me mesmo impossível não cantar esta parte. Recomendo também a ouvirem a versão que ele tem no álbum Barebones (um best-of de músicas retiradas de alguns dos melhores concertos ao vivo dele - algumas delas de um concerto em Lisboa).

Apesar de ainda voltar a referir 2004, vou dar um pequeno salto em frente até 2006. Esse Verão marcava o fim de uma fase para mim e o começo de uma nova: Entrada no ensino secundário e a "descoberta" do que eu pretendia vir a ser e de todo um novo leque de interesses para mim a todos os níveis, algo que na altura eu não fazia ideia.
Estava de férias em Peniche com familiares e no carro do meu primo teimava em passar de vez em quando uma música que eu adorava. Mas continuava a não saber o nome e muito menos o artista.

Só viria a sabê-lo umas semanas depois. Passados uns meses, já no 10º ano, numa aula de TIC, foi aí que usei pelas primeiras vezes o Youtube, dessa vez para ver o video-clip da música. Apesar de obviamente já ter lidado bastante com computadores e com bastante facilidade, e até já ter instalado e jogado o FM nos PC's da escola básica (e sacado algumas músicas),
foram essas aulas já no ensino secundário que me despertaram o interesse pelo software e me apresentaram algo que viria a transformar completamente o meu conhecimento cultural sobre música, filmes e séries: o Btuga e Torrents. E em última análise, o que me fez vir aqui parar, dado que foi de lá que vim no Verão seguinte quando dei de caras com o PCM-PT.

Reamonn - Tonight




Por volta de Maio de 2004, saía o Hopes and Fears, o primeiro álbum dos Keane. O meu pai, que ouvia rádio todos os dias (dado o que referi anteriormente) fartava-se de ouvir Keane na rádio e adorava, mas confesso que em termos pessoais, adquiri alguma resistência inicial.
As mais conhecidas deles não puxavam assim tanto por mim. A Bedshaped era uma excepção, no entanto, e foi, juntamente com a Tonight, uma das meia-dúzia de músicas que eram a única coisa de que eu precisava se me encontrasse numa praia sem nada para fazer.

Uns anos depois, viria a conhecer a We Might As Well Be Strangers, e a considerá-la ainda melhor.

Em Novembro de 2012, fui ao Campo Pequeno vê-los, com a minha ex (namorada, na altura. Acho que vocês já se começam a aperceber que ela também gostava de Keane e que o gosto musical dela absorveu boa parte do meu, pelo menos até determinada altura). A meio do concerto, há uma música que não conheço mas que ainda acho
mais fantástica que a We Might as Well Be Strangers. Chego a casa e vejo que é esta:

Keane - Try Again



O vídeo é da versão ao vivo do concerto deles na O2 Arena aqui há uns anos. Se puderem, saquem o concerto. Eu tenho uma colecção de alguns concertos "must-have" e este é sem dúvida um dos meus preferidos.
Agora, o significado que lhe atribuo. Se por um lado, acabou por ser a marca desse concerto e que acabou por ser um dos últimos bons momentos da relação, por outro lado, como gajo que faz habitualmente viagens de 3 horas de comboio, muitas vezes tardíssimo (e há anos atrás ainda fazia mais), não posso negar que a parte inicial da letra me faça identificar com ela:

"I fell asleep on a late night train
I missed my stop and I went round again
Why would I want to see you now?
To fix it up, make it up somehow
"

Acabo sempre por reflectir em coisas que fiz e que gostaria de ter feito melhor no passado quando a oiço. Letra incrível, e aquele crescendo ali a meio, é de arrepiar.


Mas o Verão de 2004 acabaria por ser todo um ponto de viragem em termos musicais para mim. Muito tempo passado a jogar Gran Turismo 4 a ouvir a Antena 3. Se a banda sonora do jogo já tinha grandes bandas, o aparecimento de álbuns como o Hot Fuss, Franz Ferdinand, Kasabian ou Employment fez com que descobrisse ali o alternative rock e ele se tornasse o meu género preferido.
Esta em particular agarrou-me desde a primeira vez que a ouvi:

The Killers - Smile Like You Mean It



Em Setembro desse ano, sai o Burnout 3: Takedown. Excelente banda sonora também (Franz, My Chemical Romance), e que acabaria por vir consolidar esse novo interesse pelo género.
Na altura, apreciava mais Kaiser Chiefs do que Franz Ferdinand, apesar de muitas vezes as ter confundido entre si. Os Kaiser, no entanto, têm a capacidade de se reinventar por completo. Umas vezes corre bem, outras vezes corre mal.
Fora daquilo a que nos habituaram, está aquela que eu considero uma das melhores músicas deles:

Kaiser Chiefs - Love's Not A Competition (But I'm Winning)



Riff simples e catchy, melodia incrível. A frase "I won't be the one to dissapoint you...anymore" é das minhas preferidas.
Continuam a ser uma das bandas que eu espero um dia ver ao vivo.

Os Franz, no entanto, acho que comecei a gostar mais deles precisamente depois de os ver ao vivo, na Queima do Porto, em 2010 (final do meu ano de caloiro). E embora a importância e influência que tiveram no meu gosto musical na altura, gosto mais de muitas das coisas deles agora.
E continuam a não desiludir. Façam favor de ouvir o Right Thoughts, Right Words, Right Action (Deluxe Edition) e oiçam versões live de muitos dos êxitos deles. Conseguem nalguns casos ser ainda melhores que a versão de estúdio.
Como tal, tenho de meter uma música deles:

Franz Ferdinand - Can't Stop Feeling



Essa é a tal versão de que falo. Na playlist do Spotify está a versão de estúdio, mas se forem à página dos Franz podem encontrar lá esta também. Deve ser das melhores combinações de instrumentos que alguma vez ouvi.

Outras das músicas que me marcaram nessa fase foram, por exemplo, Reason is Treason e Club Foot dos Kasabian, Somebody Told Me dos Killers, Somewhere Else dos Razorlight, etc.

2006. De volta ao 10º ano, TIC, torrents, etc. 2007.
Sai uma das minhas séries preferidas de todos os tempos, Prison Break. A segunda season foi das primeiras coisas para que usei os torrents. Na banda sonora da série, estava esta música, que viria a ficar como uma rockalhada genérica catchy como tudo que eu não consigo simplesmente passar à frente quando a oiço no telemóvel ou afins.

Nickelback - Savin' Me



"Show me what it's like
To be the last one standing
And teach me wrong from right
And I'll show you what I can be
"

Final da Parte 1

Vá, sei que isto até aqui foi um bocado rabeta, mas prometo que melhora.

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:19 
O QUEEE? FORA DE JOGO CARALHO!
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Grande Marco, sempre a ajudar o pessoal no fórum do Btuga! :P

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:19 
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Verti 3 lágrimas :P

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:21 
Brevemente a curar os "dementes" diagnosticados pelo Dinli
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Localização: Está a ver a rotunda? Então você segue, segue, segue, segue...
Muito bom texto, pena que tenhas acabado o post com Nickelback. :mrgreen:

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Nunca serás esquecido, Pedro Peixoto aka Robbie Contador (1992-2011)!!


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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:22 
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Não me lembro dessa música no Prison Break :P


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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:22 
"I appear missing now"
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Grande post, grandes gostos Marco. Curiosamente, descobri os Kasabian, Franz Ferdinand e os Kaizer Chiefs com o Grant Turismo. Pena é que só mais tarde tenha investido em ouvir mais. Não desapontou. :P

Expctetivas elevadas para o resto.

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:24 
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Só para dizer que Burnout me levou a descobrir várias bandas. Sempre com muito boas escolhas. 8)

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:26 
Cicco
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Esperava algo um pouco mais rabeta ainda. :mrgreen:


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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:26 
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FacFack Escreveu:
Não me lembro dessa música no Prison Break :P


Foi usada em trailers. Mas fazia parte de um cd qualquer que saquei relativo a isso. :P

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 18:36 
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Fui pesquisar videos de Prison Break + Nickelback e realmente há muitos. Emociono-me sempre :oops:


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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 19:15 
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Continuo a não gostar dos Franz. :P
De resto, 5 estrelas. Mas foi balada a mais, a meu ver.
Ansioso por essa 2ª parte.


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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 19:41 
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Scorpions! :heart: O meu pai também sempre teve uma panca por eles e passou-me o bichinho, que banda mais top, ainda tenho o "Acoustica" gravado em Lisboa aqui por casa. É daqueles cd's que vou ter de pedir ao meu pai quando tiver carro.
Depois tens ai Bryan Adams, Reamonn e Alphaville que também gosto bastante, muito por influencia da minha mãe. A verdade é que quando era mais novo ligava muito ao que os meus pais ouviam.
Ahh, tens ainda ai outras coisas muito boas, a Smile Like You Mean It e a Someone Told Me (que apenas referiste).

Venha a 2ª parte!

Btw, menção honrosa ao Kronos, grande playlist também! Já sabia que ias escolher a Pretty Visitors, não falha. :P

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 20:19 
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Parte 2 - Secundário, Muse e entrada para a faculdade.

Secundário. Dada a transformação musical que referi, decidi criar um pequeno blog, onde não devo ter feito mais do que meia-dúzia de posts, onde falava de algumas músicas de que gostava e tentava acabar com alguns mitos urbanos da música (como a morte dos O-Zone).

Sempre gostei de U2. Como referi anteriormente, ouvi várias vezes discos como o Rattle and Hum, Joshua Tree ou o The Best of 1990-2000. Mesmo no material mais recente, reconhecendo que não era tão bom como os clássicos deles, havia uma ou outra pérola muito boa, como é o caso da Electrical Storm.
É uma banda que associo a diversos movimentos políticos e conflitos dos anos 80 e 90, tendo em conta a mensagem que algumas das músicas deles têm nesse sentido.
Uma das melhores prendas que alguma vez me deram foi precisamente no início de 2007, o CD+DVD '18 Singles', que é soberbo.

U2 - New Year's Day



Normalmente, partilho sempre esta música no Facebook no primeiro dia do ano. :P Uma música que associo à guerra e aos que são impedidos de fazerem a sua vida devido aos conflitos bélicos, quer como soldados, quer como refugiados.
É também uma das melhores músicas rock alguma vez feitas, na minha opinião. Acaba por demonstrar também toda a capacidade do Edge, a alternar entre guitarra e piano. Ele é dos meus artistas/guitarristas preferidos (e a maior influência do Jonny Buckland, guitarrista dos Coldplay), e ainda mais subiu na minha consideração depois de ver o seguinte vídeo, de outra música de U2 que adoro (mais conhecida pela cover com bastante power do Jack White), Love is Blindness.

The Edge - Love is Blindness



Não contava meter esta inicialmente, mas vai ter de ser. :P Algumas das minhas preferidas dos U2 são I Still Haven't Found What I'm Looking For, Sunday Bloody Sunday e With or Without You.
Dentro das mais recentes, a Magnificent e a Ordinary Love são excelentes.

Por falar em Coldplay, tornaram-se desde cedo (desde antes da saída do X&Y ainda) das minhas bandas preferidas. O lançamento do X&Y em 2005 só veio consolidar isso, e é hoje dos meus álbuns preferidos de todos os tempos. Passei o meu secundário a ouvir Coldplay, e posteriormente viria a sair o Viva La Vida or Death and All His Friends, com esta música soberba.

Coldplay - Death and All His Friends



Acho que é do tipo de músicas que, seja qual for o momento que estejamos a passar, nos deixa com boa disposição e com esperança para o que aí vem. O crescendo da música é absolutamente soberbo, e a parte de guitarra a começar perto do fim desloca-me quase para outra galáxia.
Espero um dia ver estes gajos ao vivo, e um dos meus maiores arrependimentos é não ter ido ao concerto no Dragão.
Também considero que é das bandas mais underrated em termos de conteúdo musical, ou odiada injustamente, porque o que passa deles são sobretudo as cenas mais comerciais ou os grandes singles, quando por exemplo, no X&Y, as melhores são mesmo aquelas que não deram singles.
No topo das minhas preferências, de músicas deles, encontram-se também a Moving to Mars (que nem teve lugar num álbum e que é por mim considerada como a nova "Space Oddity"), X&Y, Til' Kingdom Come, The Scientist (como não podia deixar de ser) e Life In Technicolor II (outra que contagia de tanta boa disposição, além de ter um dos melhores videoclips que já vi).


My Chemical Romance tinha ficado na cabeça como uma excelente banda, embora não conhecesse muito deles (o mesmo se passava com Good Charlotte, que não vou referir nesta playlist, mas que aconselho a ouvirem). Em finais de 2006 lançam um excelente álbum, Welcome to the Black Parade.
Honestamente, nunca gostei muito de bandas do género cujos vocalistas têm vozes de menina (Fall Out Boys, Panic at the Disco, etc.), e até acho que My Chemical Romance tinha músicas que seriam bem mais fáceis de serem gostadas por parte de gajas do que de gajos.

Mas havia uma excepção:

My Chemical Romance - Famous Last Words



Uma rockalhada monumental do princípio ao fim, tocada e cantada com um power incrível.
Recentemente, comprei uma guitarra e o Rocksmith 2014, e foi com prazer que vi que havia esta música para tocar, e foi das que mais gozo me deu até agora.
A banda, no entanto, viria a diminuir bastante na qualidade ao ponto de eu já nem sequer me ter dado ao trabalho de ouvir as cenas mais recentes. No entanto, lançaram alguns singles em 2013, antes de anunciarem a dissolução da banda. Um dos que vale a pena ouvir chama-se The Light Behind Your Eyes, que também tem um power inacreditável.

Esses anos viriam também a marcar o convívio diário com alguns amigos com um gosto musical já mais trabalhado. Lembro-me por exemplo de ouvir na casa de um amigo meu a Master Of Puppets pela primeira vez e não gostar. E actualmente gosto bastante de Metallica.
O gajo em questão viria a apresentar-me a algumas bandas de que ainda hoje gosto bastante, como Editors e Maximo Park.

Maximo Park - Books from Boxes



Um riff catchy, letra soberba.

"Night falls and towns become circuit boards
We can beat the sun as long as we keep moving
From the air, stadium lights stand out like flares
And all I know is that you're sat here right next to me
We rarely see warning signs in the air we breathe
Right now I feel each and every fragment"


Mais tarde, viria a associar esta música às complicações que advém de ser ter uma relação à distância.
Maximo Park era nesta altura uma banda com tremendo potencial, que infelizmente não foi concretizado. Outra música excelente deles é a Apply Some Pressure.

Mas se quisermos falar da banda que mais me marcou em termos musicais no meu 11º e 12º ano, essa banda foi Muse. Foi na altura em que saiu o Black Holes and Revelations, e a Knights of Cydonia saltou logo ao ouvido.
Mas eles tinham muito mais do que isso, e essa música até foge ao género deles. Ouvi todo o material deles vezes sem conta (tinha um cd gravado com toda a discografia). Tornei-me um fanático de Muse e fazia questão de passar isso
à malta à minha volta. Não se acreditaram em mim até verem Muse no Rock in Rio pela televisão, concerto em que andava eu aos saltos na cama com os riffs do Matt Bellamy.

Em finais de 2009, já comigo na faculdade, os Muse vieram ao Pavilhão Atlântico e eu, junto dos meus melhores amigos e da minha namorada, fomos (tínhamos os bilhetes comprados desde Julho) e adorámos. E no dia seguinte lá fazia eu de manhã a viagem de Intercidades para o Porto, para assistir à aula de Análise Matemática, num comboio repleto de pitas vestidas com merchandising dos Muse.
É certo que desde então Muse tornou-se bem mais comercial e a experimentar coisas que a meu ver não soam bem. No entanto, o material antigo continua a ser tremendo. E tanto o HAARP como o novo DVD deles (ao vivo no Olímpico de Roma) são soberbos e fazem parte da tal minha colecção de concertos.

Muse - Map of The Problematique (Live at Wembley)



É-me impossível escolher uma música favorita em relação a Muse. Escolho esta e não a Resistance por esta ser menos conhecida, mas há tantas que poderia referir, como a Bliss, Time is Running Out, Butterflies and Hurricanes, Falling Away with You, New Born, etc.

Esta em particular tem uma frase que adoro:

"Why can't we see
That when we bleed we bleed the same"


Em relação à Resistance, tem bastante significado para mim dado também associar às dificuldades de uma relação à distância (a música em si é inspirada na obra 1984, de George Orwell) e a certas dificuldades que passei nessa altura.

Faculdade. Admirável mundo novo. Não conhecia ninguém, não conhecia a cidade. Fui aos poucos conhecendo várias pessoas do meu curso e reparei que muitos deles tinham excelente gosto musical.
Ao mesmo tempo, desenvolvi um grande ambiente com o pessoal que morava comigo, e passávamos tardes a conversar/estudar com a televisão ligada no VH1 a ouvir o que ia dando e a mostrar cenas novas uns aos outros. Foi aí, por exemplo, que criei uma conta no Facebook.

Novembro/Dezembro de 2009. Uma noite fria (mais fria do que o que eu estou habituado. O primeiro inverno no Porto foi particularmente frio e o facto da casa onde estava ser uma porcaria acentuava esse frio).
Ao computador e perante uma noite de trabalho, liguei a stream da Rádio Engenharia (mantida por pessoal da FEUP) pela primeira vez. Passa Coldplay, U2, e deixo-me estar naquela. De seguida, passa uma música perfeita para a ocasião, e que até hoje é das minhas preferidas para ouvir no carro quando estou a conduzir à noite.

Razorlight - Wire to Wire



Ao início, não sabia que se tratava de Razorlight (banda que eu conhecia por músicas bastante diferentes de uns anos antes), mas a partir de então fiquei sempre a gostar dos principais êxitos deles.
Recomendo-vos a ouvirem a Before I Fall To Pieces e sobretudo a Hostage of Love, que também poderia estar nesta playlist.

Pena que a banda tenha acabado porque o vocalista tinha a mania que valia alguma coisa a solo, e não teve grande sucesso.

2009 foi também o ano de lançamento do Sigh No More, primeiro álbum dos Mumford and Sons. Viria a descobri-los com mais atenção no verão de 2010, e às primeiras vezes a The Cave não me dizia muito.
Mas quando ouvi pela primeira vez a After The Storm, fiquei apaixonado pela banda e pelo carácter emocional das músicas deles.

Mumford & Sons - I Gave You All



Esta, em particular, tem um carácter bastante dark, e a parte final da música até aperta o coração. Tem também uma das minhas frases preferidas em músicas:

"If only I had an enemy bigger than my apathy I could have won"

Actualmente, estão no top-5 das minhas bandas preferidas e espero também poder vir a vê-los ao vivo. Além da After The Storm, que referi, recomendo que oiçam
as seguintes: White Blank Page, Whispers in The Dark, Below My Feet, Banjolin Song (não a vão encontrar no Spotify, aviso já), Hopeless Wanderer, Broken Crown, Holland Road, e a cover fantástica da The Boxer de Simon & Garfunkel, que podem encontrar na edição Deluxe do Babel.

Julgo que também foi em 2009 que conheci a The Funeral, dos Band of Horses, que o Kronos já postou. Ficou instantaneamente como uma das minhas preferidas.
Em 2010, o episódio final de FlashForward (série que foi cancelada no fim da primeira season) acabava precisamente com a The Funeral. Posteriormente, viria a conhecer mais de Band of Horses, e eles têm outras baladas igualmente lindíssimas, como esta:

Band of Horses - Detlef Schrempf



"My eyes can't look at you any other way"

No último Verão, tive o prazer de os ver ao vivo no Alive, com alguns amigos. As horas eram tardias, o som estava um bocado mau, e os meus amigos acabaram por ceder ao cansaço e foram comer qualquer coisa, enquanto eu, resistente, assistia ao resto do concerto.
A The Funeral nesse concerto foi o melhor momento a que eu já assisti em termos musicais. Pura perfeição.

Audioslave. Descobri o Chris Cornell através da música que ele fez para o filme 007 - Casino Royale, You Know My Name (outra música que podia estar nesta playlist). Já conhecia Audioslave antes disso (a Be Yourself, etc.). No entanto, uma música que me acompanha desde esse tempo, desde que a ouvi pela primeira vez com a devida atenção, é esta:

Audioslave - Like a Stone



A versão original, de estúdio, é super conhecida. Provavelmente todos se recordarão do solo incrível do Tom Morello. No entanto, eu prefiro a voz do Chris Cornell, e é por isso que neste vídeo (e na playlist do Spotify) coloquei uma versão de um álbum a solo e ao vivo dele, onde ele canta a Like a Stone de uma forma fenomenal. Que vozeirão. Só apetece cantar a acompanhar.

Outra banda a que, até então, eu não tinha dado o devido destaque, era Arcade Fire. Claro que já tinha ouvido algumas coisas nos tempos do Neon Bible, mas só o The Suburbs me acordou para a vida, no Verão de 2010.

Arcade Fire - We Used to Wait



À semelhança da Wire to Wire, esta música acabou por marcar o Outono/Inverno para mim (desta vez de 2010), e é também uma das minhas músicas preferidas quando vou no carro.

Final da Parte 2

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 Assunto da Mensagem: Re: Playlist de...
MensagemEnviado: 23 Fev 2014, 20:29 
Cicco
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Oh Marco estás a deixar a fasquia demasiado alta para quem vier a seguir! :P
Razorlight é realmente algo muito bom. Conheci-os no Verão passado (o Spotify ajuda imenso a conhecer cenas novas) e a Before I Fall to Pieces faz parte de quase todas as minhas playlists para ouvir no carro ou nas viagens de barco.


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