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Para quem não sabe, o landismo é uma espécie de religião, uma corrente entre os adeptos da modalidade que acreditam que Mikel Landa é um 'deus' no ciclismo, um espírito livre e indomável, sem medo de atacar, ainda que o faça sem respeitar ordens dos seus diretores desportivos ou a hierarquia das equipas por onde passou - são memoráveis algumas imagens suas a retirar o auricular para não ouvir as indicações dos chefes, quase sempre a pedirem-lhe para parar e esperar pelo líder.
O basco da Soudal Quick-Step, que já passou, não sem polémica, por Bahrain-Victorious, Movistar, Sky, Astana e Euskaltel-Euskadi, é (re)conhecido por nunca desistir, ser inconformado e tentar sempre chegar à vitória, embora o melhor que tenha conseguido até hoje sejam os terceiros lugares no Giro (2015 e 2022), onde conquistou a camisola da montanha (2017) e três etapas, e os quartos lugares no Tour (2017 e 2020), além do quinto na Vuelta'2023, prova onde também triunfou numa tirada (2015).
Ciclista de culto, apesar do seu curto currículo - a sua última vitória remonta à Volta a Burgos de 2021 -, Landa enfrenta agora, nas suas palavras, uma nova fase na sua carreira, na qual espera ser mentor de Evenepoel, o vencedor da Vuelta'2022 e um dos maiores talentos da atualidade.
Esta notícia é hilariante.
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