Hugo Klöden Escreveu:
kamikaze Escreveu:
Pois claro dificuldades passam sempre, obrigado, mas ficarem um por um não se viu em mais nenhuma outra subida. Não é uma subida inclinada que proporcione grandes diferenças, mas é dura, tanto que Nibali, Mosquera e Rodriguez tiveram maiores dificuldades em Andorra que em qualquer outra subida. É uma subida em que se rebenta mas não se perde tanto tempo porque a inclinação não é muito alta, mas a verdade é que se o Nibali e o Rodriguez rebentaram nessa Vuelta foi em Andorra.
O Nibali passou bem pior no Cotobello que em Andorra...
E o Rodriguez rebentou mais devido ao facto de ser líder e querer ir atrás de tudo mais o facto da subida não ser muito a seu jeito do que a dureza em si.
Curiosamente perdeu menos tempo para o Mosquera em Cotobello que em Andorra. O Rodriguez rebentou, ponto, nas outras todas também andou sempre na luta até ao crono.
DoMovin´ Escreveu:
kamikaze Escreveu:
DoMovin´ Escreveu:
kamikaze Escreveu:
DoMovin´ Escreveu:
Este ano há 3 finais deste tipo(San Lorenzo, Peña Cabarga e Valdepeñas), enquanto que no ano passado haviam 6(Toledo, Alcoy, Peña Cabarga, Xorret de Cati, Valdepeñas e Málaga). Para além disso o resto do percurso este ano é muito mais harmonioso, com 3 etapas duras de montanha(embora a de Ponferrada provavelmente vá ser desperdiçada), e com pelo menos duas etapas que terminam em subidas longas, enquanto que no ano passado não havia nenhuma deste tipo, o que na minha opinião é mau, já que o percurso de um GT deve ter variedade.
Mas Alcoy não é um topo que faça diferenças em termos de favoritos, enquanto Toledo e Malaga substituíram chegadas ao sprint, e eu pessoalmente prefiro ter mais duas chegadas em topo do que ter mais duas chegadas ao sprint. E tinhas etapas a terminar em subidas longas, Andorra e Bola del Mundo.
Eu estava mais a falar no tipo de final e não tanto as implicações que este tipo de finais têm para a geral.
E Andorra e a Bola têm 9 e 10 km´s, respectivamente. A subida final mais longa eram mesmo os Lagos de Covadonga, mas mesmo essa não tem uma quilometragem significativa.
Pelos prefis do ano passado, Andorra tem 10km de subida categorizada, mas já vem a subir desde há muito. E a Bola del Mundo tem 22km de subida categorizada. Não sei onde foste buscar esses dados, mas pelos prefis é o que eu disse, e podes confirmar abaixo.
Vem a subir mas como é óbvio isso ocorre a 2 ou 3% de inclinação, o que apesar de pôr desgaste, é irrelevante para a dificuldade da subida em si. A Covatilla tem um perfil similar este ano.
Enganei-me a ver o perfil da Bola, que tem 13 km´s e não 9, mas mesmo assim isso só a coloca ao nível de Lagos de Covadonga. E nesse mapa a categorização está obviamente exagerada em termos de quilómetragem, porque conta como fazendo parte da contagem os tais quilómetros a percentagens baixas.
Mas eram subidas longas, apesar não vir sempre a subir à mesma inclinação, era a subir. E onde eu quero chegar desde inicio, é que o percurso este ano é bastante semelhante.
Em termos de montanha, Andorra - Manzaneda, Covadonga - Covatilla, Cotobello - Somiedo, Bola del Mundo - Angliru, este ano há mais a Sierra Nevada. Depois chegadas propicias ao sprint há 9 tal como no ano passado, prologo e crono, com a diferença do crono deste ano estar a meio da prova. No ano passado havia ainda 2 topos que substituíam chegadas ao sprint, este ano em vez disso há 2 etapas de media montanha que terminam em plano mas não são propicias ao sprint. Depois havia 4 etapas de media montanha a terminar em topos, este ano há 3 em topos, duas das quais são as mesmas, mais uma a terminar na Sierra Nevada.