Vou sumariar algumas que têm sido feitas ao longo destes tempos e que me lembro

- Prémios distribuídos de maneira mais justa de modo a evitar a correcção dos pontos pro-tour no final da temporada, que altera a proporção dos lucros todos.
- Inclusão de algumas provas sub-23 ao longo da temporada, com muito menor número de prémios (ou mesmo nenhuns), para equipas CT ou PT, sem a possibilidade de stats acima de 78, por exemplo, ou menos ainda.
- Para o próximo leilão dar aos jovens salários todos de 5.000€ e tornar as bids em totais pela aquisição do passe do ciclista, de modo a evitar folhas salariais muito grandes, que enganam à primeira vista, ou mesmo situações ridículas, como gajos a ganhar tanto como Menchov e que têm notas todas abaixo de 70. Para os dispensados, mantêm o salário, as bids são o dinheiro para adquirir o ciclista.
- Salários poderiam ser feitos a prazos de dois anos, para dar uma noção mais real de mercado, em que os ciclistas não alteram constantemente os seus valores salariais e fiquem a ser pagos em demasia por um ano aleatório. Dois anos acabam por tornar esses resultados esporádicos menos propícios a exagerar um salário de um ciclista.
- Ah e acho que os salários deviam ser um misto de prémios obtidos e de qualidade de stats mesmo. Não sei bem como é feito actualmente, mas poderiam ter em conta estes dois aspectos para não exagerar vitórias em fugas, etc. que levam a muitos prémios, mas que não reflectem o valor do ciclista.
- Para evitarem estas confusões de terem que vetar propostas, usem um valor de transferência para os ciclistas (tipo x vezes o seu salário, menos 0.x dos prémios obtidos) e assim é fácil ver quem pode ser trocado por certo dinheiro e quem não pode.
- A longo prazo poderiam colocar um salary cap nas equipas. Eu sei que isto não existe no ciclismo, mas não queremos que as equipas fiquem extremamente díspares só porque uns têm muito dinheiro por serem PT.