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Está a começar a Liga Virtual 2024! O Draft World Tour já arrancou. Está atento a este tópico do nosso fórum!

Data/Hora: 30 Mai 2024, 13:15

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MensagemEnviado: 06 Nov 2016, 13:21 
Dobradinha no Tour
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Bom dia!

Mais uma vez esta crónica chega atrasada devido a motivos de força maior. Desta vez, irei falar sobre alguns ciclistas que este ano realmente fizeram-me despertar o interesse. Mas primeiro gostaria de falar sobre um conceito que irei utilizar:

Ciclista "oriental": Termo usado por mim para designar um cilcista que consegue grandes resultados a correr no calendário asiático ou no calendário russo e dos países da ex-URSS mas, por vezes, quando chega à Europa, não se consegue mostrar. Ilnur Zakarin é um dos poucos casos de sucesso deste "tipo" de ciclistas.

Roman Villalobos

Um trepador costa-riquenho de 26 anos. Apesar de corrrer pela Canels Specialized, foi ao serviço da seleção nacional da Costa Rica que este ciclista me chamou a atenção no Tour de San Luis, logo no começo da época, onde conseguiu fechar top 10 na geral levando ainda um pódio na etapa-rainha da prova. Continuou a obter excelentes resultados a nível continental ao vencer a Vuelta a Guanacaste (Costa Rica) e a Reto Puerto del Aguila (México), provas com terreno bastante acidentado.

Pontos fortes: O facto de ser um puncher-trepador poderia ser um fator determinante para a conquista de etapas, além de se conseguir defender no contrarrelógio.
Pontos fracos: A sua adaptação ao World Tour teria que ser feita lenta e cuidadosamente.

Conselhos: A Movistar da América do Sul podia pegar nele e formá-lo e assim conseguia um bilhete de passagem para o World Tour.

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Giovanni Carboni

Um jovem italiano de 21 anos que até à Volta à Turquia não conseguiu nenhuma grande exibição. Mas na prova turca, Carboni mostrou que é um super combativo, destacando-se também no trabalho que fez para o seu companheiro de equipa Mauro Finetto, que foi sem dúvida um dos melhores do Europe Tour este ano. Na Volta ao Azerbaijão conseguiu fechar top 10 assim como na Ronde de l'Isard (França) e na Course de la Paix (República Checa). Mas a segunda metade da época foi desastrosa para Carboni. No Tour de l'Avenir tudo o máximo que conseguiu foi um 13º num contrarrelógio individual e semelhantes a isso foram os seus restantes resultados nos campeonatos europeus, onde não conseguiu aproveitar o percurso acidentado para surpreender no contrarrelógio, e em algumas clássicas em Itália.

Pontos fortes: A sua explosividade e a sua capacidade de contrarrelógio.
Pontos fracos: Parece ainda não estar preparado para competir contra os principais sub 23.

Conselhos: Devia sair da Unieuro e tentar assinar por uma equipa italiana pro-continental onde pudesse ser melhor formado e competir mais regularmente na Europa. Caso contrário, e espero que não, apenas será um ciclista virado para o "oriente".

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Nikita Stalnov

Jovem cazaque de 25 anos. Surpreendeu toda a gente com o seu pódio na Volta à Turquia, onde se mostrou bastante ativo e também atento, tendo em conta o que se passou na prova turca este ano. Conseguiu também pódio na Volta ao Azerbaijão e na Volta à Ucrânia, esta segunda prova já a um nível mais "de leste" do que propriamente europeu. As coisas não correram bem a Stalnov na Europa onde fez uma Volta a Portugal sem grande brilho. É uma pena a equipa B da Astana já não ser o que era e parece que nos próximos anos não vamos ter muitos nomes vindos do Cazaquistão como Maxim Iglinskiy, Andrey Zeits, Alexey Lutsenko e claro, o "grande rei" Alexandre Vinokourov.

Pontos fortes: Montanha, terreno acidentado e (mais ou menos) contrarrelógio. De destacar o seu gosto por ataques de longe que proporciona sempre um bom espetáculo.
Pontos fracos: É um dos tais "ciclistas orientais" que não consegue mostrar o que realmente vale no continente europeu.

Conselhos: Apesar de tudo, manter-se pela Astana City e também manter os seus bons resultados.

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Lachlan Morton

Um dos que mais interesse tenho em ver correr no próximo ano, agora que se transferiu da Jelly Belly para a Dimension Data. Foi, sem dúvida, este ano um dos melhores trepadores do continente americano, vencendo o Tour of the Gila, fazendo 7º na etapa-rainha da Volta à California e por fim venceu a Volta ao Utah, onde recuperou a liderança no último dia de prova ao seu compatriota Andew Talansky! Este ciclista foi formado na Chipotle (equipa B da antiga Garmin), onde correu a Volta a Portugal e inclusive já correu pela Garmin-Sharp, onde as coisas não lhe correram nada bem, conseguindo apenas bons resultados no Tour do Utah e no USA Pro Cycling Challenge. Com 23 anos, o australiano viu-se obrigado a dar um passo atrás na carreira e juntou-se à Jelly Belly e com 24 anos, fez a melhor temporada da sua carreira.

Pontos fortes: À semelhança de Talansky, Morton consegue destacar-se tanto a subir como no esforço individual de contrarrelógio.
Pontos fracos: Pode não se destacar já nas primeiras épocas na Dimension Data mas acredito que há medida que o tempo vai passando os seus resultados começarão a ganhar expressividade.

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Eugert Zhupa

Sem dúvida que um dos ciclistas que me surpreendeu este ano foi Eugert Zhupa, de 26 anos e também o melhor ciclista albanês atualmente. Pensava que era mais um Cheng Ji, desta feita dos Balcãs, mas o jovem albanês provou que merece estar na equipa em que está, sobretudo no Giro d'Italia deste ano, onde se mostrou bastante ativo nas fugas. Não se pode dizer que tenha feito mais do que isso (venceu uma clássica na Albânia) mas o que fez chegou para me despertar o interesse.

Pontos fortes: A sua capacidade de rolar e a sua combatividade.
Pontos fracos: Alta montanha.

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Giulio Ciccone

Confesso que fiquei sem palavras quando vi este ciclista, que não fazia a mínima ideia da sua existência, com apenas 21 anos e no seu primeiro ano como profissional a vencer uma etapa no Giro d'Italia. Como todos se devem recordar, Ciccone assistia a uma luta entre Stefano Pirazzi e Damiano Cunego numa descida quando os dois tocaram um no outro e quase sairam de estrada, seguindo o jovem italiano para a vitória. Só depois descobri o seu historial de grande qualidade como sub-23. Em 2014, fez 6º no Giro della Valle d'Aosta Mont Blanc e estava também em 6º no Tour de l'Avenir quando foi forçado a abandonar na última etapa. Em 2015, conseguiu vingar-se do ano passado, levando o 6º lugar à geral na Volta à França do Futuro. Venceu também a classificação da montanha no Giro della Valle d'Aosta Mont Blanc e apenas foi batido ao sprint no Piccolo Giro di Lombardia por Fausto Masnada. Este ano, já a correr pela Bardiani, destacou-se o seu 6º lugar na etapa-rainha do Tour de Langkawi, o seu 6º lugar na Coppi e Bartali (Ciccone e o número 6 :roll: ), o seu 4º lugar numa etapa do Giro del Trentino, prova que acabou por não terminar assim como o Giro d'Italia. Acabou a época com uma operação após uma queda, onde felizmente correu tudo bem.

Pontos fortes: Alta e média montanha
Pontos fracos: Talvez ainda lhe falte alguma maturidade

Conselhos: Permanecer mais um ano na Bardiani e se as coisas lhe correrem bem em 2017 tentar ascender ao World Tour. Ciccone tem tudo para ser um excelente ciclista nos próximos anos.

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Antwan Tolhoek

Com 22 anos, este jovem holandês foi a minha aposta para surpreender no Tour de l'Avenir e digamos que não conseguiu realizá-lo, levando apenas um 13º à geral. Foi na Arctic Race de 2015 que este jovem me chamou a atenção. Corria como estagiário na Tinkoff, conseguindo ficar às portas do top 10, mostrando-se bastante ativo na última etapa em circuito, que foi corrida de uma forma louca. Tolhoek conseguiu dar continuidade às suas boas exibições na Volta à Suíça, onde a correr pela Roompot, venceu a classificação da montanha de uma das Voltas à Suíça mais duras dos últimos anos. A sua equipa também fez uma bela prova, onde para além de levar para casa a classificação dos trepadores, levou uma vitória de etapa, cortesia do seu líder Pieter Weening. Portanto, podemos dizer que não foi só o jovem Tolhoek que me despertou o interesse mas também as contratações da equipa holandesa para 2017, onde não perdeu tempo e agarrou os jovens mais promissores da Holanda.

Pontos fortes: Alta e média montanha.
Pontos fracos: A sua irregularidade.

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Jacopo Mosca

Foi na Volta à Grã-Bretanha que este italiano de 23 anos, atual estagiário da Trek-Segafredo, me chamou à atenção, onde conseguiu fechar top 10 numa prova que se revelou bastante dura. Ainda conseguiu um top 15 na etapa-rainha da Volta a Abu Dhabi e depois destes dois resultados, estou surpreendido pelo facto de ainda ninguém lhe ter oferecido um contrato para 2017.

Pontos fortes: A sua capacidade de subida.
Pontos fracos: Dúvido que esteja preparado para o World Tour.

Conselhos: Tentar que uma equipa profissional continental italiana pege nele, pois isso é logo meio caminho andado para se estrear numa grande volta e para ganhar maturidade e experiência.

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Mark McNally

Se uma equipa precisar de um especialista em fugas, tenho a certeza que o britânico Mark McNally é uma das melhores hipóteses. Com 27 anos, foi também bastante recentemente que este me chamou a atenção, mais concretamente no Eneco Tour, onde quase venceu duas etapas em fuga. Foi grande a desilusão por parte do britânico da Wanty mas por certo chamou a atenção do mundo do ciclismo. Felizmente para a Wanty, a direção da equipa belga conseguirá manter McNally no seu plantel em 2017.

Pontos fortes: A sua combatividade, reforçadas pela sua boa ponta final e pela sua capacidade de rolador.
Pontos fracos: Basta haver algumas colinas numa etapa e McNally fica completamente fora da luta.

Conselhos: Manter-se exatamente como está e onde está para em 2018 tentar saltar para o World Tour.

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Wilson Ramiro Rincon

Agora certamente todos conhecem este nome. Ramiro Rincon ou Wilson Rincon (os seus dois nomes principais foram alvo de grande debate durante a Volta a Portugal), com 29 anos, surpreendeu todos os amantes da modalidade aqui em Portugal ao vencer a camisola da montanha na principal prova portuguesa quando apenas estava na Funvic desde o princípio de agosto. Se juntarmos as prestações dos seus companheiros de equipa brasileiros (excetuando João Gaspar), Rincon como estagiário conseguiu ficar léguas à frente dessa junção. Mas este ciclista já tem alguns resultados interessantes: em 2012, venceu a Volta à Guatemala, fez 5º na etapa-rainha do Tour do Rio (perguntem ao Gustavo Veloso e ele diz-vos como essa prova é difícil) e melhor que tudo, terminou no top 15 do USA Pro Cycling Challenge apenas devido a um contrarrelógio no final, porque ele estava na 5ª posição antes dele! Como já tive oportunidade de o ver ao vivo, como certamente outros membros aqui do fórum, posso dizer que Rincon é um autêntico colombiano: baixo, magro e altamente simpático.

Pontos fortes: Montanha, montanha e montanha.
Pontos fracos: Contrarrelógio.

Conselhos: Eu pessoalmente adorava vê-lo a correr numa equipa portuguesa mas caso a Funvic o contrate efetivamente, será uma ajuda preciosa a Daniel Silva (caso o português assine pela Funvic).

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Alessio Taliani

Um ciclista de 26 anos que me chamou a atenção na Volta a Portugal, nomeadamente na chegada a Setúbal, onde fez 3º, para além de ter estado muito ativo durante toda a Volta. Depois de um top 15 na Volta à Eslovénia e de uma Volta a Portugal onde esteve sempre à espreita, terminando no top 15 também, Taliani conseguiu fechar top 20 no Giro dell'Emilia e na Milano-Torino e top 25 no Giro di Lombardia, onde estiveram presentes alguns dos melhores ciclistas do mundo, como saberão.

Pontos fortes: A sua capacidade de subir e de se defender no contrarrelógio mais a sua combatividade.
Pontos fracos: Talvez a sua capacidade ainda não esteja à altura

Conselhos: Esperar que a sua equipa consiga ir ao Giro do próximo ano, onde ele se possa mostrar.

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Daniel Martinez

Foi na Milano-Torino que este colombiano com apenas 20 anos me começou a chamar à atenção, apesar do seu 22º na Coppi e Bartali e do seu 18º no Giro del Trentino. Depois de um Giro d'Italia e um Tour de l'Avenir discretos (o melhor que conseguiu na Volta à França do Futuro foi um 6º lugar num contrarrelógio), Martinez conseguiu ser 24º no Giro dell'Emilia, 13º na Tre Valli Varesine e 17º na Milano-Torino, depois de ainda ter estado ao ataque na subida final.

Pontos fortes: Clássicas de alta montanha.
Pontos fracos: É ainda muito jovem para se afirmar.

Conselhos: Aguentar-se na Wilier Triestina (afinal de contas ele tem apenas 20 anos).

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Truls Korsaeth

Foi nos mundiais de ciclismo em Doha, no Qatar que este jovem norueguês de 23 anos mostrou as suas capacidade de rolador ao conseguir integrar o corte decisivo. Fiquei surpreendido porque com tantos noruegueses a correr no World Tour, era o desconhecido Korsaeth que tinha tido forças para tal. Mas depois descobri os seus resultados: em 2014, ele e mais outro seu colega conquistaram para a Duo Normand (contrarrelógio de duplas), em 2015, fez 3º na Volta à Flandres para sub 23 e fez 4º nos campeonatos do mundo de Richmond nos Estados Unidos também em sub 23. Destaque também para uma vitória a solo no Tour de Gironde deste ano.

Pontos fortes: Contrarrelógio
Pontos fracos: "Alergia" a colinas

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Mekseb Debesay

Sem qualquer resultado de destaque, este ciclista eritreio de 25 anos surgiu do nada no Abu Dhabi Tour, quando fez 3º na etapa-rainha à frente de nomes como Alberto Contador e Vincenzo Nibali (não é que estes dois estivessem muito preocupados em vencer).

Pontos fortes: Alta montanha.
Pontos fracos: Pouca rodagem a nível internacional.

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Daniel Pearson

E fechamos esta lista com mais um nome que já ando a seguir desde o ano passado. O 5º lugar do jovem britânico de 22 anos no Giro della Valle d'Aosta Mont Blanc e o 21º lugar no Abu Dhabi Tour despertara-me o interesse. Este ano, Pearson esteve longe de se destacar em sub 23. Fez 12º à geral na Volta à Croácia e top 10 na Ronde de l'Isard (prova para sub 23), mas mais uma vez destacou-se na prova dos Emirados Arábes Unidos, onde desta vez fez 11º. Outra coisa que me despertou o interesse foi a sua transferência da Team Wiggins para a Aqua Blue Sport, a nova equipa pro continental irlandesa liderada por Lars Petter Nordhaug, que conta também com outros nomes interessantes como Adam Blythe, Leigh Howard e Larry Warbasse.

Pontos fortes: Média e alta montanha.
Pontos fracos: Não consegue obter resultados que o destaquem realmente.

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E assim concluímos mais uma edição do SharkAttack. Tentarei estar de volta o mais depressa possível porque daqui a duas semanas começam os testes e depois só param a meio de dezembro.


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MensagemEnviado: 06 Nov 2016, 13:34 
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Do Roman Villalobos falta-te aí a recente vitória obtida na Vuelta à Guatemala, já depois de também ter sido ele a vencer no ano passado.

O Lachlan Morton veio correr a Volta com 19 anos (2011) e na altura confesso que fiquei atento ao que poderia fazer, nas duas épocas seguintes estagnou e agora parece querer dar aquele salto de qualidade definitivamente, embora as más línguas digam que é um ciclista muito egoísta, que corre para si e pouco dado ao coletivo, assim como pouco profissional no treino fora da competição. Vamos ver o seu futuro.

Excelente tópico.


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MensagemEnviado: 06 Nov 2016, 14:08 
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Pengo o Morton em 2012 quando foi para a Garmin não se deu bem com o WT - viagens, muito tempo fora de casa - e acho que chegou a abandonar mesmo. Regressou na Jelly Belly e deu-se bem com o calendário interno dos EUA, mostrando que a qualidade ainda está lá.

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MensagemEnviado: 06 Nov 2016, 14:15 
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Pengo Escreveu:
Do Roman Villalobos falta-te aí a recente vitória obtida na Vuelta à Guatemala, já depois de também ter sido ele a vencer no ano passado.

O Lachlan Morton veio correr a Volta com 19 anos (2011) e na altura confesso que fiquei atento ao que poderia fazer, nas duas épocas seguintes estagnou e agora parece querer dar aquele salto de qualidade definitivamente, embora as más línguas digam que é um ciclista muito egoísta, que corre para si e pouco dado ao coletivo, assim como pouco profissional no treino fora da competição. Vamos ver o seu futuro.

Excelente tópico.


Eu comecei a escrever isto dia 1 de novembro e aí ainda decorria a Volta à Guatemala.


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MensagemEnviado: 06 Nov 2016, 14:16 
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O Ciccone não perdeu ao sprint para o Masnada na Lombardia, eles chegaram juntos de mãos dadas, correndo ambos na Colpack. Apesar de muito provavelmente o Masnada o bater se houvesse uma disputa entre os dois.


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