10 de Fevereiro de 2011
Vuelta a Cuba - 2ª EtapaHoje corria-se a 2ª Etapa da Vuelta a Cuba apenas com
Tiago Ferreira a marcar presença, representando o
PCM-Portugal nesta Prova. Hoja tinhamos mais uma
Etapa Plana de apenas
110 Km's onde
Tiago Ferreira não teria grandes chances de fazer nada. Os grandes favoritos para a vitória nesta Etapa eram:
Andrew Pinfold,
Jeremy Vennell e
Fred Rodriguez.
A Etapa começou bastante animada, com
16 ciclistas a tentarem entrar na fuga do dia, mas a verdade é que o Pelotão impossibilitou sucessivas tentativas de fuga, até que
3 ciclistas conseguiram sair para a frente da corrida, protagonizando a fuga do dia, com
Tiago Ferreira a estar nesse grupo, sendo o elemento em grande destaque, pela positiva.
A fuga foi ganhando alguma vantagem e assistimos a um "duelo" bastante interessante entre
Tiago Ferreira e
Moises Aldape pelos
Pontos de Montanha, com ambos a amealharem o mesmo número de Pontos de Montanha, ficando o
Mexicano com a Camisola de Montanha por ter sido o mais Combativo da Etapa. A
30 Km's do final a fuga apenas tinha
2 minutos de vantagem, e começava-se a adivinhar um final ao Sprint, pois hoje o vento não era forte ao ponto de afectar o Sprint Final.
Após um grande trabalho da
Bissel Pro Cycling em conjunto com a
Rock Racing a fuga foi alcançada a
13 Km's do final da Etapa, e com total tranquilidade iamos assistir ao Sprint Final. Os comboios começaram a ser formados, com destaque para o comboio da
Bissel Pro Cycling, com dois ciclistas a lançarem
Jeremy Vennell, sempre com
Andrew Pinfold na sua roda. Do outro lado estava o comboio da
Bahati Foundation, provavelmente para
Ryan Baumann.
O Sprint começou com
Aníbal Borrajo a fazer uma grande arrancada, com
Jeremy Vennell a responder, levando na sua roda
Andrew Pinfold. Quando se entrava no Kilómetro Final,
Andrew Pinfold decidiu sair da roda de
Jeremy Vennell, ganhando bastante vantagem e vencendo a 2ª Etapa, com
Jeremy Vennell a conseguir ser 2º, seguido de
Ryan Baumann que foi 3º.
Tiago Ferreira ainda conseguiu terminar no Pelotão, na
108ª Posição.

(...)
108. Tiago Ferreira Team Holowesko Partners s.t. Geral:
1. Chris Monteleone Kenda Pro Cycling presented by Gear Grinder 5h49'38
2. Jeremy Vennell Bissel Pro Cycling + 12
3. Andrew Pinfold UnitedHealthcare presented by Maxxis + 18
4. Fred Rodriguez Rock Racing + 20
5. Ryan Baumann Bahati Foundation + 34
6. Marco Escarcega Arenas Tlaxcala + 42
7. Ignacio Sarabia Rock Racing s.t.
8. Aníbal Borrajo Jamis - Sutter Home presented by Colavita s.t.
9. Chad Hartley Kenda Pro Cycling presented by Gear Grinder s.t.
10. Corney Collier Bahati Foundation s.t.
(...)
108. Tiago Ferreira Team Holowesko Partners s.t.
Tour Méditerranéen - 1ª EtapaComeçava hoje mais uma Prova por Etapas corrida em território Francês, e onde mais uma vez iriam estar presentes alguns
PCM-Portugal com ambições a poder vencer esta Prova.
Ângelo Dias estava presente pela
Cofidis, liderando a equipa Francesa, com
Tiago Machado também a estar nos escalados pela Cofidis.
João Nascimento liderava a
AG2R e era um dos favoritos a vencer esta Prova, com
Luís Antunes a liderar a
Bbox, e também ele com ambições nesta Prova.
João Pedro Castro estava presente e Liderava a
Vacansoleil em busca de algo em França, com
JB.Bernardo novamente a liderar a
Française des Jeux, fechando o lote dos
PCM-Portugal presentes nesta Prova.
Esta 1ª Etapa do
Tour Méditerranéen era uma Etapa considerada Plana, com apenas
133 Km's, mas uma dificuldade quase no Final da Etapa que poderia prejudicar os Sprinters, como
Mark Cavendish, que era o grande favorito para vencer hoje.
A Etapa começou praticamente com
5 ciclistas a sairem do Pelotão, constituindo a fuga do dia de hoje. Hoje foram logo os primeiros ataques a formarem a fuga do dia, com claro destaque para
Brice Feillu e
Jelle Vanendert, dois ciclistas perigosos em fuga, particularmente naquela parte final. Esta fuga rapidamente ganhou
7 minutos de vantagem.
Era a equipa da
Columbia que assumia as despesas da perseguição no Pelotão, ajudada de perto pela
Quick-Step que via em
Wouter Weylandt um possível vencedor para a Etapa de hoje. A verdade é que os fugitivos foram alcançados demasiado cedo. Ainda faltavam
23 Km's para o final da Etapa, e ainda faltava passar a dificuldade final, que poderia para azo a ataques, ou mesmo deixar os
Sprinters fora da vitória.
A verdade é que não houveram ataques, mas aquela subida com inclinações de
7% acabou por deixar todos os comboios desorganizados e os
Sprinters fora da discussão pela vitória, com alguns ciclistas a aproveitarem para ganhar vantagem na descida.

Apenas
3 ciclistas conseguiram ganhar vantagem na parte da descida, ficando na frente na discussão pela vitória nesta Etapa:
Vasili Kiryienka,
Samuel Sánchez e
René Mandri, com alguns Sprinters a tentarem vir para a frente do Pelotão.

No Sprint Final,
Vasili Kiryienka foi claramente o mais forte, impondo o seu poder de Sprint perante ciclistas que teoricamente seriam mais rápidos do que ele... mais particularmente
René Mandri que é bastante rápido.
Samuel Sánchez foi 2º, com
René Mandri a finalizar o
Top-3.

Hoje os
PCM-Portugal não tiveram em grande destaque, pois a Etapa não era propícia para nenhum deles, ficando todos bem no meio do Pelotão em busca de melhores dias, ou seja, de Etapas de Montanha ou Acidentadas.

(...)
30. João Nascimento Ag2R - La Mondiale s.t.
37. JB Bernardo Française des Jeux s.t.
56. Ângelo Dias Cofidis, le credit en ligne s.t.
61. Tiago Machado Cofidis, le credit en ligne s.t.
63. Luis Antunes Bbox Bouygues Telecom s.t.
74. João Pedro Castro Vacansoleil Pro Cycling Team s.t. Geral:
1. Vasili Kiryienka Caisse d'Epargne 3h04'35
2. Samuel Sanchez Gonzalez Euskaltel - Euskadi + 4
3. Jelle Vanendert OmegaPharma - Lotto s.t.
4. René Mandri Ag2R - La Mondiale + 6
5. Wouter Weylandt Quick Step + 10
6. Bernhard Eisel Team HTC - Columbia s.t.
7. Lars Ytting Bak Team HTC - Columbia s.t.
8. Borut Bozic Vacansoleil Pro Cycling Team s.t.
9. Thomas Kvist Quick Step s.t.
10. Gerald Ciolek Team Milram s.t.
(...)
31. João Nascimento Ag2R - La Mondiale s.t.
38. JB Bernardo Française des Jeux s.t.
57. Ângelo Dias Cofidis, le credit en ligne s.t.
62. Tiago Machado Cofidis, le credit en ligne s.t.
64. Luis Antunes Bbox Bouygues Telecom s.t.
75. João Pedro Castro Vacansoleil Pro Cycling Team s.t.
Tour of Qatar - 4ª EtapaCorria-se hoje mais uma Etapa do Tour do Qatar, mais uma vez num percurso Plano de
169 Km's, onde
Valter Domingues,
Pedro Martins e
Robbie McEwen voltavam a ser os principais favoritos... mas o vento poderia voltar a fazer das suas aqui no Qatar.
A Etapa começou com uma grande ventania, novamente com muita areia na Estrada e fora dela, e com 4 ciclistas a ficarem na frente da corrida, protagonizando a fuga do dia de hoje. Destaque para
A.Sarai que não é a primeira vez que anda em fuga no Qatar.
A
82 Km's do final a vantagem da fuga era de
7 minutos, e com o muito vento que havia hoje, era sinal de que poderiam haver mais cortes no Pelotão. Parece que o Pelotão não aprendeu com os erros passados e continua a dar muita vantagem aos elementos em fuga.
A perseguição era feita pela
Team Katusha e pela
Cervélo de
Pedro Martins, e começaram a haver vários cortes no Pelotão, com
Pedro Martins a ficar desta vez bem colocado, assim como
Valter Domingues que continuava a ser bem encaminhado pela sua equipa, mais precisamente por
David Martins que fez mais uma vez um excelente trabalho.
A
18 Km's do final haviam vários grupos "espalhados" pelas Estradas do Qatar, com
24 ciclistas a estarem na frente da corrida, com
Pedro Martins e
Valter Domingues a estarem entre eles, mas já bastante desgastados. O Pelotão composto apenas por
91 unidades estava a cerca de
1 minuto deste grupo. Nesta altura
Miguel Duarte e
Lucas Brandão foram apanhados num dos cortes, ficando para trás. A verdade é que
Geert Steurs e
Tom De Gendt, ambos da
Topsport Vlaanderen ganharam alguma vantagem a cerca de
10 Km's do final da corrida, e perto do fim ainda tinham alguma vantagem, podendo vencer isolados esta 4ª Etapa.

Os
dois ciclistas colaboraram muito bem e aguentaram a vantagem que tinham sobre o Pelotão que já havia absorvido o grupo de
Pedro Martins e
Valter Domingos. No final a vitória acabou por ir para
Geert Steurs que era o novo Líder deste Tour do Qatar, beneficiando dos cortes.

Destaque para
Pedro Martins que ainda teve forças para conseguir o
4º Lugar, conseguindo alguns pontos para a
Camisola por Pontos, com
David Martinho também a fazer uma grande Etapa, terminando em
12º Lugar, com
Valter Domingos em
15º.

(...)
12. David Martinho Trek Livestrong u23 s.t.
15. Valter Domingues Trek Livestrong u23 s.t.
69. João Oliveira Saur - Sojasun s.t.
107. Lucas Brandão Vacansoleil Pro Cycling Team + 2'42
124. Miguel Duarte BMC Racing Team s.t. Geral:
1. Tom De Gendt Topsport Vlaanderen - Mercator 9h10'52
2. Geert Steurs Topsport Vlaanderen - Mercator + 4
3. Tony Martin Team HTC - Columbia + 17
4. Patrick Gretsch Team HTC - Columbia s.t.
5. Peter Velits Team HTC - Columbia s.t.
6. Aleksei Saramotins Team HTC - Columbia s.t.
7. Martin Velits Team HTC - Columbia s.t.
8. Gustav Erik Larsson Team Saxo Bank + 25
9. Hayden Roulston Team HTC - Columbia s.t.
10. Michael Mørkøv Team Saxo Bank s.t.
(...)
23. Valter Domingues Trek Livestrong u23 + 42
24. Pedro Martins Cervélo Test Team + 45
26. David Martinho Trek Livestrong u23 + 48
53. João Oliveira Saur - Sojasun + 57
76. Lucas Brandão Vacansoleil Pro Cycling Team + 2'40
94. Miguel Duarte BMC Racing Team + 2'56
Trophée DeiàCorria-se mais uma Clássica em Espanha neste dia
10 de Fevereiro. Este
Trophée Deià era mais uma Clássica Acidentada, de
150 Km's, com duas grandes subidas, e com alguns
PCM-Portugal presentes na Prova. Pela
Xacobeo estava presente novamente
Bruno Santos, que era claramente o Líder, sendo que pela
Saxo Bank estava também novamente
Hugo Moreira a Liderar.
Rui Sousa estava presente pela
Team Columbia, com
José Carvalho a estar também presente pela
ISD-Neri.
Gonçalo Lima pela
Euskaltel e
Rodrigo Afonso pela
Cervélo finalizavam a lista de
PCM-Portugal presentes nesta Prova.
Esta Clássica tinha como grandes favoritos
Bruno Santos,
Hugo Moreira e
Rodrigo Afonso, não colocando de parte ciclistas como
Igor Antón e
Rúben Plaza que também poderiam ganhar. A Clássica começou com
7 ciclistas a ficarem em fuga, com claro destaque para
Pablo Lastras e
Ruslan Pidgornyy, que eram dois ciclistas algo perigosos para o Pelotão, que mesmo assim os deixou ir.
A meio da Clássica os
7 homens da frente tinham cerca de
8 minutos de vantagem e o vento começava a fazer sentir-se em Espanha, com o Pelotão a começar a ter dificuldades em continuar compacto. Nesta altura
Rui Sousa da
Team Columbia decidiu atacar, tentando ganhar alguma vantagem, ficando intermédio entre o Pelotão e os
7 da frente.
Com
47 Km's para o final, os
7 ciclistas da frente começavam a subida final que era bastante longa e algo dura, e que os ía levar até uma descida e por fim até à linha de meta. Nesta altura e com a vantagem que detinham,
Pablo Lastras e
Ruslan Pidgornyy decidiram atacar e ficar isolados na frente da corrida, numa altura em que
Rui Sousa já tinha sido absorvido pelo Pelotão, que já estava fraccionado.
Faltavam apenas
20 Km's para o final da Clássica e os
2 elementos da frente da corrida terminavam a sua subida com cerca de
2 minutos de vantagem em relação ao Pelotão, o que lhes poderia garantir a vitória, ou pelo menos abrir boas perspectivas para tal. No
Pelotão, e quase no final da subida começavam os ataques, com
Igor Antón,
Rúben Plaza e
Rodrigo Afonso a ficarem num grupo mais na frente, sendo seguidos por um grupo de
6 ciclistas, onde estavam
Bruno Santos e
Haimar Zubeldia.
Já em plena descida os
2 homens da frente da corrida tinham
1 minuto e meio de vantagem sobre o grupo de
2 ciclistas que os perseguiam (visto que
Rodrigo Afonso ficou um pouco para trás na descida). Os
dois homens da frente preparavam o Sprint Final, com favoritismo para
Pablo Lastras.
Começou o Sprint Final, com
Ruslan Pidgornyy a tentar surpreender
Pablo Lastras, começando a Sprintar bem de trás, mas a verdade é que
Pablo Lastras não deu qualquer chance ao Ucrâniano e venceu este
Trophée Deià, relegando
Ruslan Pidgornny para
2º Lugar. Na luta pelo
3º Lugar,
Igor Antón levou a melhor.
Destaque para
Rodrigo Afonso que foi
5º Classificado, sendo prejudicado pela sua má técnica de descida, que fez diferença pela negativa nesta longa descida até à linha de meta. Mais uma vez
Rui Sousa a mostrar grande combatividade nestas Clássicas, estando uma vez mais ao ataque, com
Bruno Santos a ser quem desiludiu mais, ficando algo para trás também na descida, assim como
Hugo Moreira, que nunca esteve realmente bem.

(...)
17. Hugo Moreira Team Saxo Bank + 2'26
29. Bruno Santos Xacobeo Galicia + 2'37
30. José Carvalho ISD - Neri + 2'53
37. Gonçalo Lima Euskaltel - Euskadi s.t.
100. Rui Sousa Team HTC - Columbia + 7'21