Concordo com o pedrodiana, e até iria um pouco mais longe. Independentemente das fugas estarem condenadas ou não (e digo já que também duvido seriamente que chegassem, ontem o Oyarzun tinha de fazer um CR de quase 70 quilómetros até à meta para ganhar isolado), nunca deveria ser a própria equipa a fazer a perseguição. Para além de na minha óptima demonstrar alguma falta de respeito/consideração no seio da equipa, está única e exclusivamente a facilitar o trabalho às outras equipas (rivais) que têm igualmente pretensões à etapa/prova enquanto se desgasta duplamente. Quem está na fuga não terá capacidade certamente para depois vir ajudar a impôr ritmo no final da etapa, ou colocar o líder em posição de discutir a vitória, enquanto os demais estarão consideravelmente mais cansados após todo o esforço (ridiculamente) empregue na perseguição a um colega de equipa para poderem assumir melhor a corrida do que estariam se se tivessem poupado e deixado outras equipas a fazer a perseguição. Isto
é um dos motivos para eu considerar a Efapel a desilusão da prova (e, "do mesmo modo", a Fundación Euskadi a boa revelação).
O Cristiano (xpto) é que tinha razão, cá em Portugal corre-se muito como se fossem equipas amadoras (ou escalões inferiores).
Edit: E aquele vídeo do último quilómetro com aquele som... Trabalhos bem geridos/feitos é logo outra coisa.
