Guilherme Escreveu:
Bernalve Escreveu:
O Poels não tem nada haver com típico trepador ou até puncher.
Não é que ele não ataque, mas numa subida presumo eu, como é na 4ª etapa, duvido que se ponha a responder às acelerações previsíveis do Dan Martin quando ainda tem um minuto para controlar. O problema será, se ao não responder directamente, poderá depois lixar-se. Eu duvido apesar de estar a pôr esta hipótese aqui.
Tenho a certeza que fará a subida "ao seu ritmo", como fez no Abu Dhabi a época passada, o que até pode dar para vencer a própria etapa.
Uma coisa é ele optar por ir a um ritmo constante porque tem 1 minuto de vantagem, outra é dizer que esta é a forma dele correr. Agora até o pode ser porque está na Sky mas o Poels sempre foi conhecido por ser um gajo explosivo, não ao nível do Daniel Martin claro, por isso, obviamente, também não o vejo a seguir o Dan Martin a pronto.
Não concordo nada de ser um gajo explosivo. É igual a muitos outros, tem é mais capacidade agora de andar a discutir corridas e andar na frente, e quando tem capacidade para isso consegue fazer ataques fortes ou pôr ritmos fortes quando os outros já vão a ganir.
Mas vamos ver, estas subidas inclinadas às vezes até beneficiam mais um ciclista que não precisa de atacar ou que até é menos explosivo, hoje em dia há receio em atacar com inclinações elevadas sem ser no último km.
As suas melhores prestações são em subidas curtas e/ou íngremes, ele é mais explosivo do que a maioria.
Angliru na Vuelta de 2011, a etapa de Castelraimondo no Tirreno-Adriatico do ano passado, a chegada ao Santuario de Arrate na Itzulia de 2014, etc.
O seu problema é a consistência, não a explosividade. Eu até considero que ele tem mais potencial para clássicas tipo Flèche do que para subidas longas.