Mr. Beer Escreveu:
Pfannberger Escreveu:
De relembrar que os 3 primeiros perseguidores foram desclassificados (é diferente de "desqualificados"). Se não estou em erro: Hoste 2º, Peter Van Peterem (lembra-se dele? saudades) 3º e Gusev 4º.
Van Petegem

Obrigado. O "r" e o "g" não ficam lado a lado mas ficam próximos LOL
linoleum Escreveu:
O Paris-Roubaix é muitas vezes decidido em momentos de sorte para uns e azar para outros..veja-se o ano passado, o Boonen não conseguiu deixar ninguém para trás,simplesmente os adversários dele tiveram azares, duas quedas decidiram uma corrida, primeiro a do Hoste+Summeren+Flecha que deixou também o Pozzato empatado e depois a do Hushovd, para mim é uma corrida em que o termo favorito é um pouco relativo, não basta só estar em forma, é preciso ter aquela estrelinha...

Eu costumo dizer que não basta sorte para ganhar, mas no ciclismo não se ganha sem corte. Principalmente neste tipo de provas.
climb_magician Escreveu:
O fascínio destas clássicas está mesmo aí. É sempre complicado fazer previsões á partida. As caracteristicas destas clássicas são muito enriquecedoras do espetáculo. Estradas estreitas, em piso empedrado, normalmente mal passa um carro, noutras mesmo eles só passam muito devagar. Basta haver uma queda, um furo durante uma subida, para entupir o pelotão e criar logo um corte. O factor sorte tem sim que estar presente.
Desculpa mas eu não posso concordar com a parte a negrito. Tu que já correste, sabes que nada é mais frustrante do que fazeres tudo para estares em forma, treinares meses a fio para isso, alimentares-te como deve ser, etc, etc e depois chegares ao dia D e a tua maior contrariedade vir de algo que não podes controlar: a sorte/azar. Acho mesmo muito frustrante cenas como o furo do Breschel ou as quedas do ano passado em Roubaix.