Registado: 14 Mar 2009, 10:59 Mensagens: 9096 Localização: Almada
Edição 2012 - Análise
Percurso:
1. Herning(DEN) - Herning(DEN) 8.7 km CRI
É na Dinamarca que se vai dar inicio ao Giro deste ano, com o regresso do prologo inicial, que esteve presente pela ultima vez em 2010 com a vitória a pertencer a Bradley Wiggins. Neste ano temos um prologo pelas ruas de Herning, com alguma componente técnica dado que os ciclistas vão ter de mudar de direcção por 16 vezes, o que favorecerá os mais explosivos. Entre os favoritos a envergar a primeira camisola rosa da prova estão, Marco Pinotti, Taylor Phinney, Nelson Oliveira, Gustav Larsson, entre outros. Apesar de serem apenas 8.7 km, já se devem marcar diferenças entre os homens da geral e ciclistas como, John Gadret, Domenico Pozzovivo, Joaquin Rodriguez, deverão sair daqui entre os mais prejudicados.
2. Herning(DEN) - Herning(DEN) 206 km / 3. Horsens(DEN) - Horsens(DEN) 190 km
As duas primeiras etapas em linha não têm qualquer tipo de dificuldades, apenas com uma contagem de montanha a meio de ambas, para definir o portador da camisola da montanha. Vão ser etapas para os sprinters brilharem, e ao que tudo indica vamos ter um pelotão de luxo no que aos sprinters diz respeito, encabeçado por Mark Cavendish. Apesar de serem duas etapas aparentemente inofensivas, estas são daquelas etapas onde não ganha a corrida mas pode-se perde-la, como aconteceu com vários ciclistas há dois anos quando o Giro inicio na Holanda.
4. Verona - Verona 32.2 km CRE
Depois do dia de descanso o Giro finalmente chega a Itália, e à quarta etapa temos o habitual contra relógio por equipas, com uma extensão já considerável, onde se podem fazer diferenças significativas entre candidatos da geral, tudo depende da qualidade da equipa que têm ao seu redor. Para a vitória no crono, tanto Garmin como SKY se perfilam como favoritas.
5. Modena - Fano 199 km
Mais uma etapa sem qualquer dificuldade, à excepção de uma contagem de montanha a 20km do fim. Será uma etapa para os homens rápidos do pelotão.
6. Urbino - Porto Sant’Elpidio 207 km
Na sexta etapa entramos já num terreno mais complicado, com duas subidas em sterrado a meio da etapa, e ainda depois a passagem por Montelupone, é um terreno propicio aos homens de clássicas, é provável que chegue um grupo de uns 60 ciclistas, com grande probabilidade também da vitória ir para alguém que se consiga isolar nos quilómetros finais. Entre os homens da geral não se devem registar diferenças, a menos que haja algum azar.
7. Recanati - Rocca di Cambio 202 km
Ao oitavo dia de competição chega a primeira etapa com final em alto, em Rocca di Cambio, uma ascenção de 17.4 km a 4.3%, portanto a típica primeira etapa de montanha do Giro, onde não se esperam diferenças entre os favoritos, e com a vitória muito possivelmente a ser disputada entre um grupo ainda bem composto.
8. Sulmona - Lago Laceno 229 km
A chegada a Lago Laceno acontece 5km depois da subida a Colle Molella, uma subida de 9.7km, mas com os 5km finais a 8%. As coisas aqui já tendem a ficar mais serias entre os homens da geral, e é possível que assistamos às primeiras movimentações, de homens mais atrasados na geral e que pretendem recuperar tempo. Para a vitória o mais provável é que chegue um grupo reduzido com os principais favoritos, e já com as primeira desilusões.
9. San Giorgio nel Sannio - Frosinone 171 km
Etapa sem qualquer dificuldade, a oportunidade para os sprinters brilharem.
10. Civitavecchia - Assisi 187 km
Mais uma etapa com final em alto, chegada a Assisi, 7.6km a 4%, uma etapa onde na geral nada se deve alterar, e a vitória vai provavelmente mais uma vez ser disputada entre um grupo ainda bem composto de ciclistas.
11. Assisi - Montecatini Terme 243 km
A décima primeira etapa espera-se mais uma para sprinters, mas com dois factores a ter em conta, será a etapa mais longa da prova, e ainda conta com a subida para Vico, 3.1km a 5.2%, a 12km da meta, que pode permitir que um grupo de ciclistas se venha a isolar e consiga disputar a vitória entre eles, e mesmo que ninguém venha a conseguir escapar, um elevado ritmo no pelotão pode ser suficiente para descolar alguns sprinters.
12. Seravezza - Sestri Levante 157 km
Aqui temos uma etapa propicia a uma fuga, com um percurso rompe pernas, em principio suficiente para afastar os sprinters do final, sendo que este termina numa fase plana após descida da ultima contagem de montanha, a não chegar uma fuga a vitória vai se disputar entre um pelotão reduzido de ciclistas.
13. Savone - Cervere 121 km
Esta será a penúltima oportunidade para os sprinters conseguirem a vitória, para muitos será a ultima, já que depois desta etapa o Giro entra na fase decisiva, e muitos dos homens rápidos abandonarão a prova. Uma etapa que se espera bastante acessível, a mais curta em linha, também para permitir aos homens da geral "descansar" as pernas com vista à fase decisiva.
14. Cherasco - Cervinia 205 km
Por comparação ao Giro do ano passado, em que a primeira etapa de dificuldade máxima teve lugar ao 9º dia, este ano só no 15º dia é que os corredores vão enfrentar uma etapa de dificuldade máxima, com as subidas duas subidas consecutivas, a primeira ao Col de Joux, 22.4 km a 5.8%, e a subida final a Cervinia, 27km a 5.5 %. Duas subidas de extensa duração que vão testar a capacidade de resistência dos trepadores. Aqui já devem começar a movimentações entre os favoritos, e já se começa a ter uma ideia de quem está com pernas para ganhar, e quem não está, por outro lado. A vitória nesta etapa deverá ir para um homem isolado, um dos favoritos muito provavelmente.
15. Busto Arsizio - Lecco/Pian dei Resinelli 172 km
Depois da difícil etapa do dia anterior, os ciclistas vão enfrentar mais uma etapa de grande dificuldade, com uma serie de subidas encadeadas que culminam com a subida final a Pian dei Resinelli, 7.8 km a 7.8%. Mais uma etapa para os homens da geral brilharem, e marcarem diferenças entre si, se bem que estas não devem ser muito significativas.
16. Limone del Garda - Falzes 174 km
Ultrapassado o ultimo dia de descanso os ciclistas terão pela frente uma etapa que tinha tudo para ser propicia aos homens rápidos do pelotão, não fosse uma subida de 2.3 km a 8.6%, que termina precisamente a 2.3 km da meta, esta será uma etapa onde os homens explosivos terão algo a dizer, e em termos de geral poderemos vir a ter uma animação extra nos últimos 5km, com os favoritos mais explosivos a tentarem ganhar tempo aos mais lentos.
17. Falzes - Cortina d'Ampezzo 187 km
Mais uma etapa de dificuldade máxima, que promete um espectáculo diferente das anteriores, pois finaliza com uma longa descida, mas para chegarem à descida, primeiro os ciclistas vão ter de subir o Paso Giao, que tem 9.9 km a 9.3%. Antes disso já terão enfrentado uma série de subidas também elas de grande dificuldade. É uma etapa que promete ser espectacular, e daquelas que incentiva a um ataque de longe, dada a boa encadeação das 3 subidas finais. No final, é possível que venhamos a ter um grupo muito restrito de 3/4 favoritos a disputar a vitória entre si.
18. San Vito Cadore - Vedelago 139 km
É a ultima etapa dedicada aos sprinters, o problema será que já poucos sprinters devem restar, mas entre os que restam se jogará a vitória na etapa muito provavelmente.
19. Treviso - Alpe di Pampeago 197 km
Aqui entramos nas ultimas 3 etapas, e nas etapas mais decisivas, esta finalizará no Alpe di Pampeago, 7.7 km a 9.8%, mas com uma série de subidas anteriores que vão deixar marca nos ciclistas, esta é uma etapa para marcar diferenças entre os favoritos, nesta altura o grupo de possíveis vencedores do Giro já deverá estar reduzido a 2/3 ciclistas, se tanto, e daqui deverá sair 1/2 com reais possibilidades.
20. Caldes - Passo dello Stelvio 218 km
Esta é no papel a etapa rainha da edição deste ano do Giro, com a combinação mortífera de Mortirolo/Stelvio, um final brutal, primeiro com o Mortirolo, 11.4 km a 10.5%, para restrigir já bastante o lote de ciclistas que vão optar à etapa e à geral. E finalmente o Stelvio, 22.4 km a 6.9%, onde o ciclistas vão atingir o ponto mais alto do Giro, a Cima Copy. No fim desta etapa é muito provável que já saibamos quem será o vencedor do Giro.
21. Milano - Milano 31,5 km CRI
Para terminar os ciclistas têm o contra relógio final, como tem sido hábito nas ultima edições, onde vão percorrer as ruas de Milão, é um tipico contra relogio para especialistas, que não beneficia nada os trepadores, e pode levar a alterações de lugares dentro do Top10, e mesmos entre os 3 primeiros, embora o vencedor à partida muito possivelmente já estará encontrado, e terá de chegar ao fim apenas.
Este será um percurso que favorece claramente os trepadores como é habito no Giro, mas no entanto é um percurso que nada tem que ver com a brutalidade do ano passado, este ano temos um percurso mais humano, mas espera-se da mesma maneira que o Giro se decida nas montanhas entre os melhores trepadores. Para ganhar este Giro, primeiro que tudo há que se ter uma boa equipa por trás, não só para o contra relógio por equipas, mas também para o controlar as etapas, depois há que ser também um excelente trepador. Se a isto juntarmos ser explosivo e excelente contra relogista, temos o ciclista mais provável vencedor do Giro, a maior questão é que esse ciclista não vai esta presente. Vamos ter excelente trepadores, mas razoáveis contra relogistas, e excelentes contra relogistas mas razoáveis trepadores, o que faz com que tenhamos uma corrida aberta, da qual se espera um grande espectáculo.
Classificações:
Maglia rosa - Favoritos:
Michele Scarponi O Scarponi depois de vencer a prova do ano passado na secretaria vai partir com o dorsal um, e com o objectivo claro de defender o titulo. Ao que tudo indica terá uma grande equipa atrás de si, e para além de ser um excelente trepador, de entre os favoritos, é mesmo o melhor contra relogista, pelo que tem tudo para finalmente ganhar o Giro na estrada. É o principal favorito. Joaquim Rodriguez O Purito volta novamente a apostar no Giro, apesar de nunca ter andado realmente bem nesta prova, ele conseguiu um 4º lugar no ano passado, e dada a elevada qualidade que tem na montanha ele tem de ser sempre considerado como um dos grande favoritos, porque este Giro tem tudo para se decidir na montanha, ainda que o crono final o prejudique, os seus adversários não são nenhuns especialistas. Aponta ao pódio claramente. José Rujano Este pequeno venezuelano voltou a ser revelação no Giro no passado, depois de ter feito pódio em 2005, renasceu das cinzas e foi o único ciclista a ser capaz de seguir o Contador na montanha, e fez-o por duas vezes, e ganhou essas duas etapas, uma na estrada outra na secretaria. Não fosse os 5 minutos perdidos numa etapa de sterrado na primeira semana do Giro, e tinha terminado no pódio. A questão com o Rujano é mesmo essa, será que ele consegue chegar à fase decisiva do Giro sem tempo perdido estupidamente numa qualquer etapa plana? As probabilidades estão contra ele, mas se tudo correr bem para o líder da Androni, tem tudo para fazer pódio. Ivan Basso Depois de muito problemas no inicio de época, quedas, recuperações e mais quedas, Basso parece finalmente ter ultrapassado essa fase e poderá mesmo apresentar-se em bom nível no Giro, em condições normais era um dos principais favoritos, mas tendo em conta as circunstancias com que teve que lidar esta época, o seu favoritismo acaba algo afectado. Ainda assim terá de continuar a ser considerado um dos favoritos, nunca se pode descartar um ciclista que já venceu a prova por duas ocasiões. Domenico Pozzovivo Este Pozzovivo é um caso de estudo, um excelente ciclista, exímio trepador, mas que por um ou outro motivo nunca rende no Giro. Este ano finalmente venceu ao Giro del Trentino, com grandes exibições, e com o que mostrou tem de ser um dos favoritos ao Giro. Se ele conseguir finalmente mostrar o seu nível, pode estar aqui uma grande ameaça para a vitória final.
Outsiders:
Roman Kreuziger O Kreuziger surge como um dos outsiders, a vitória na prova dificilmente estará ao seu alcance, dadas as suas limitações na alta montanha, mas ainda assim certamente que andará por entre os primeiros, finalizou no 5º lugar no ano passado, e tem o contra relógio como arma em relação aos seus mais directos opositores. John Gadret Fez um grande Giro o ano passado, fez se valer pela regularidade, terminando no top5 em todas as etapas de montanha com excepção do Etna, e terminou mesmo no pódio, esta época tem o mesmo objectivo de terminar no pódio. É um objectivo alcançável, uma vez que o francês é um grande trepador mas não é um corredor que faça a diferença pelo que dificilmente entrará na luta pela vitória. Frank Schleck Será o líder da RadioShack, uma incógnita o que poderá fazer no Giro, mas pelo menos um lugar entre os 10 primeiros tem obrigação para fazer. Damiano Cunego Não tivesse ele o grande favorito dentro da equipa, e certamente estaria melhor cotado, assim terá de se sujeitar ao que o Scarponi venha a fazer no Giro, e se confirmar o estatuto de principal favorito o Cunego vai ter de trabalhar para este. Ainda assim e dada a sua grande qualidade, tem boas hipóteses de terminar entre os 10 primeiros. Jose Serpa O Serpa estará também dependente do que o Rujano venha a realizar na prova, uma vez que será à partida o líder da equipa, ainda que as suas ultimas prestações não tenham sido boas, é possível que feche dentro dos 15 primeiros. Mikel Nieve Andou muito bem no ano passado, ganhando a etapa mais dura, e terminou no 10º lugar, este ano o objectivo volta a ser o Top10, e quem sabe mais uma vitória de etapa. Sergio Pardilla Numa equipa recheada de bons ciclistas com características para a corrida, destaca-se Pardilla com o maior rácio de qualidade experiência, um lugar entre os 15 primeiros já seria bom. Marco Pinotti O líder da BMC vem com o objectivo de terminar entre os 10 primeiros da geral, mas um objectivo mais realista será o Top15. Sergio Henao Poderá ser a surpresa do Giro, vai participar na sua primeira grande volta, mas já tem uma Volta a Colombia no seu palmarés, e trás um grande atestado de qualidade, será um ciclista a seguir durante o Giro, e um lugar entre o 15 primeiros para ele já seria muito bom.
Outros:
Daniel Moreno, Hubert Dupont, Emanuele Sella, Rigoberto Uran, Benat Intxausti
Fico feliz por não ver o Nibali e o Rui Costa aqui. Geraint Thomas? Deve abandonar junto com o Cavendish, ele não sobe mal, mas ele aponta sempre ao Tour, mas nesta primeira semana pode bem andar de rosa. Demare? Ainda é um pouco cedo para prognósticos mas o gasoóleo deve ownar.
Registado: 06 Out 2010, 20:51 Mensagens: 2522 Localização: Santarém
Menchov96 Escreveu:
Grande apresentação Kamikaze como o habitual. Aposta para o vencedor da Maglia Rosa agora ainda é difícil.
Reconheço que fiquei surpreendido pela provável presença do Tyler Farrar e do Cav.
Porquê? Já o ano passado foram e antes também penso eu. Eles apresentam-se sempre para as primeiras etapas, quando as dificuldades apertam é que eles se retiram logo...
Os meus favoritos para este Giro são: Krwij, Basso (lógico), Scarponi e talvez o Kreuziger, que até leva o Kessiakof com ele. No patamar logo abaixo coloco o Gadret. O Nieve, Rujano e o Purito saem bastante prejudicados, como sempre, nos CR. Resta saber quem leva a RadioShack para o geral. E espero uma gracinha do Quintana e do Intxausti por parte da Movistar, e do Henao e do Uran, por parte da Sky. Pozzovivo, Pinnotti e afins, não me dizem nada. Só é pena mesmo o Garzelli e o Di Luca não participarem. Aquela hipótese do Garzelli ir pela Saxo está mesmo posta de lado certo?
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O número 6 faz assim, o guarda-redes faz isto e a culpa é do Hassan?! Vai mas é dormir, c***!
Registado: 29 Jun 2011, 23:48 Mensagens: 16424 Localização: Barreiro
A equipa que a Astana leva está totalmente diferente noutro site. Mas já ouvi que o Vino ia, ele próprio disse que queria participar, no Velo-Club está e aqui não está.
Para a vitória acho que o Sarmiento dá conta do recado.
Registado: 14 Mar 2009, 10:59 Mensagens: 9096 Localização: Almada
Polo_7 Escreveu:
Eu sei que para quem viu a prova o último vencedor foi o Contador, mas no papel é o Scarponi.
Por acaso passou-me isso, como copiei do outro tópico e alterei à mão, meti o real vencedor. Mas nunca na vida o Scarponi tem direito a ganhar um Giro onde levou 7 minutos na pá.
edk Escreveu:
A equipa que a Astana leva está totalmente diferente noutro site. Mas já ouvi que o Vino ia, ele próprio disse que queria participar, no Velo-Club está e aqui não está.
Registado: 29 Jun 2011, 23:48 Mensagens: 16424 Localização: Barreiro
kamikaze Escreveu:
Polo_7 Escreveu:
Eu sei que para quem viu a prova o último vencedor foi o Contador, mas no papel é o Scarponi.
Por acaso passou-me isso, como copiei do outro tópico e alterei à mão, meti o real vencedor. Mas nunca na vida o Scarponi tem direito a ganhar um Giro onde levou 7 minutos na pá.
edk Escreveu:
A equipa que a Astana leva está totalmente diferente noutro site. Mas já ouvi que o Vino ia, ele próprio disse que queria participar, no Velo-Club está e aqui não está.
Eu já vi o que foi. Eles tinham posto no site uma equipa diferente (estava o Ponzi, o Guarnieri, o Vinokourov e não estava por exemplo o Kangert ou o Seeldraeyers) mas agora fui ver e já alteraram.
Grande análise à corrida Kami. Dois vídeos fantásticos e bem escolhidos.
A minha aposta vai para os italianos. Cunego, Scarponi, Basso prometem grande espectáculo. Depois Rodriguez, Gadret, Kreuziger, Nieve e Rujano numa 2ª linha , mas ainda é muito cedo para prognósticos. Adorava ver o Nelsón a vestir a rosa no final da 1ª etapa .
Depois Rodriguez, Gadret, Kreuziger, Nieve e Rujano numa 2ª linha.
Meter o Nieve ao pé de qualquer um dos outros aí referidos é muitíssimo puxado
Ele deve ser o líder da equipa e já mostrou que pode andar com os melhores na montanha. Mas sim é uma aposta arriscada, mas eu acredito que vai fazer um grande resultado.