untal Escreveu:
Comecei a minha primeira carreira a sério com os Mouros. Conquistei Tunis, Ajaccio, Cagliari e, principalmente, Lisboa, aos portugueses, que ficaram reduzidos a uma cidade, da qual não me lembro o nome, no nordeste ibérico.
Tudo bem, até aqui. Ajaccio e Cagliari foram as mais recentes a ser conquistadas e foi para lá que mandei as minhas principais tropas, também para atacar outras cidades pertencentes aos rebeldes. Entretanto, tinha umas tropas a circular pela península e os espanhóis não gostaram. Fiz viagens até à única cidade portuguesa, para ver o poderio dela e, enquanto isso, os fortíssmos espanhóis tomaram Córdoba. Entrámos em guerra, portanto, e eles juntaram dois generais e um capitão à volta de Lisboa. Com as melhores tropas longe e sem querer correr o risco de perder Granada e Marrakech, tive de ceder a ser vassalo deles a troco de Córdoba. Já tive a ler umas coisas, e vou ter que pagar metade dos meus rendimentos a Espanha. Se eu cancelar isso, eles entrarão em guerra comigo de novo?
De qualquer das formas, já seleccionei boas tropas que tenho em duas cidades do norte de África e, apesar de não poder lutar com três altos graduados (também porque perdi muitas tropas na Jihad), acho eu, devo conseguir atacar Toledo ou Valência e tomar uma delas.
Aceitam-se sugestões.
Eu tenho uma campanha com os Mouros activa e acho, repito, acho, que fizeste muito mal em atacar os portugueses. Uma das minhas prioridades no jogo foi mesmo conseguir um aliado na península ibérica, porque depois seria complicado manter territórios lá se assim não fosse. Assim, no principio tinha Portugal, Espanha e Sicília como aliados, bem como o Egipto, com quem fiz questão de manter muito boas relações, já a pensar nos Mongóis. Dos três ocidentais, sabia que provavelmente apenas um se manteria fiel, indo a minha aposta para a Sicília, que normalmente tem muitos problemas com os Estados Papais e outras cidade-estado italianas. Por tudo isto, tentei melhorar o máximo possível as relações para que pudesse crescer confortavelmente e depois me lançar à conquista (os Mouros começam francamente mal).
E assim foi, Espanha declarou guerra a Portugal e eu apoiei Portugal, rompendo relações com os espanhóis mas nunca declarando guerra, focando atenções na França que, mais cedo ou mais tarde, me declararia guerra. isto porque eu fui mais rápido e conquistei logo Valência, Saragoça acabou por cair para França (dai as minhas preocupações). E assim foi, mais tarde, os franceses vieram e declararam guerra aos portugueses, atacando logo Pamplona. Nessa altura eu decidi também declarar guerra e, no meio da confusão, tomar Saragoça, trazendo as minhas tropas de África, recrutadas muito devido ao ouro que existe no norte de África. A partir de ai, ajudei Portugal contra França, atacando Toulouse vezes sem conta para que eles se focassem mais em mim, dando-lhes a chance de acabar com Espanha. Tudo isto se veio a confirmar, com França a perder inesperadamente Bordéus para os portugueses e eu a conseguir Toulouse na secretaria, uma proposta que nunca esperei ser aceite mas França estava apertada por Inglaterra, Sacro Império Romano, Mouros e Portugueses. Todos este factores contribuíram para um aliviar da frente luso-francesa, dando a Portugal tempo para conquistar Toledo aos espanhóis, algo que eu próprio estava a equacionar.
Por isso, como podes ver, devias ter feito alguns aliados, principalmente nas fronteiras. Dizer também que deves conquistar, se ainda não o fizeste, as regiões abaixo de Marrakesch e Argel, respectivamente Arguin e Timbuktu, que são muitos ricas em matérias primas, podendo fazer qualquer coisa como 4500 florins por turno. Para além disso, apenas dispõem de uma rota para lá e por isso são fáceis de defender. Outra coisa que aconselho é ter mais que um castelo na península ibérica, por norma Granada e Valência, para conseguires tropas frescas sempre que preciso, já que essa será a frente mais problemática. Mantêm também a ultima cidade africana que tiveres como forte, para suster eventuais ataques vizinhos.